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Conselho de Ética analisa parecer sobre denúncia contra Lindbergh Farias

Conselho de Ética analisa parecer preliminar sobre denúncia contra Lindbergh Farias por suposta violação de decoro ao divulgar ação da PGR contra Van Hattem

O deputado Lindbergh Farias – Imagem: Zeca Ribeiro/Ag. Câmara
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  • O Conselho de Ética da Câmara realiza, nesta quarta-feira, 4, reunião para discutir o parecer preliminar sobre a denúncia contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).
  • A representação, apresentada pelo Novo, acusa Lindbergh de violar o decoro ao divulgar que teria acionado a Procuradoria-Geral da República contra o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS).
  • O Novo afirma que Van Hattem proferiu fala na sessão plenária, e que Lindbergh atribuiu declarações não feitas, tentando induzir persecução penal, em relação a prerrogativas da imunidade parlamentar.
  • A análise do parecer preliminar não julga o mérito, apenas verifica se a denúncia reúne requisitos; se aprovado, pode abrir prazo de defesa e produção de provas; se rejeitado, o caso é arquivado.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados analisa nesta quarta-feira 4 o parecer preliminar da denúncia contra Lindbergh Farias (PT-RJ). A sessão envolve a discussão e votação do documento, que mira o deputado.

A representation foi apresentada pelo Novo, que acusa Lindbergh de violar o decoro ao divulgar nas redes sociais e na imprensa a informação de ter acionado a Procuradoria-Geral da República contra Marcel van Hattem (Novo-RS). O partido sustenta que Lindbergh atribuiu declarações não contidas no discurso do colega e provocou persecução penal por falas na tribuna.

Segundo o Novo, o pronunciamento de Van Hattem ocorreu durante sessão plenária e estaria protegido pela imunidade parlamentar material, prevista pela Constituição, que resguarda opiniões, palavras e votos no exercício do mandato. A denúncia afirma que a ação de Lindbergh fere prerrogativas do Legislativo.

O parecer preliminar não julga o mérito da acusação neste estágio, mas verifica se a representação atende aos requisitos para avançar no Conselho de Ética. Aprovado, o documento pode abrir prazo para defesa e produção de provas; rejeitado, a denúncia será arquivada.

Próximos passos

Caso o parecer seja favorável, o processo disciplinar terá início com defesa, coleta de documentos e testemunhas. A condução seguinte depende da decisão do plenário do Conselho de Ética. Não há definição sobre data de novas etapas ainda.

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