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Bancada Evangélica reage com nota de repúdio contra Peninha

Frente Parlamentar Evangélica repudia senador Peninha por afirmar que o voto evangélico é manipulado; nota destaca legitimidade do voto e liberdade de crença

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  • A Frente Parlamentar Evangélica emitiu nota de repúdio contra o senador Peninha (MDB-SC) após ele afirmar que o voto evangélico é uma “manipulação” e que “não existe voto evangélico”.
  • A nota foi divulgada nesta quarta-feira (5) e assinada pelo presidente da Frente, deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM).
  • O texto afirma que Peninha desqualificou a fé e a religiosidade de milhões de evangélicos e desvalorizou a importância do voto evangélico na democracia.
  • A Frente sustenta que não há manipulação de votos e que o voto evangélico é uma expressão legítima de liberdade de crença e de expressão.
  • Peninha disse que houve interpretação equivocada de suas declarações e que não quis ofender a fé, alegando apenas discutir a manipulação de votos por parte de alguns políticos.

A Frente Parlamentar Evangélica emitiu uma nota de repúdio contra o senador Peninha, do MDB de Santa Catarina, após ele afirmar que o voto evangélico é uma manipulação e que não existe voto específico de evangélicos. A manifestação ocorreu nesta quarta-feira, 5, e foi divulgada pela assessoria da Frente.

A nota sustenta que Peninha tentou desqualificar a fé e a religiosidade de milhões de evangélicos brasileiros. Também afirma que ele desmerece a expressão eleitoral associada à fé, segundo o documento. A Frente ressalta que não há manipulação de votos e que o voto evangélico é uma expressão legítima de crença e de liberdade de expressão.

Segundo a Frente Parlamentar Evangélica, a entidade representa milhões de evangélicos no país e atua para assegurar que o voto possa ser exercido livremente, sem coerção. A nota enfatiza o direito de votar e ser votado com autonomia, sem pressões externas.

Peninha comentou que as declarações foram interpretadas de modo equivocado. Ele afirmou que não teve a intenção de desqualificar a fé dos evangélicos, mas sim falar sobre tentativas de manipular votos por parte de alguns políticos. O senador reiterou que não desejava ofender ninguém.

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