- Sidney Rodrigo Aparecido Piovesan, conhecido como El Cid, foi preso no Ceará, em Eusébio, após meses foragido, suspeito de pertencer ao Primeiro Comando da Capital e planejar o sequestro do senador Sergio Moro em 2023.
- A prisão ocorreu após a Polícia Militar receber informação da detenção da esposa dele, em Iguatu, quando ela apresentou documento falso, levando à abordagem pela polícia rodoviária estadual.
- Ele tinha dois mandados em aberto expedidos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo: um por homicídio e outro por regressão cautelar por associação ao tráfico.
- De acordo com as autoridades, El Cid era chefe de uma célula do PCC ligada ao planejamento de sequestros e atentados contra autoridades, com Moro e o promotor Lincoln Gakiya entre os alvos desde setembro de dois mil e vinte e dois.
- O governador do Ceará, Elmano de Freitas, elogiou a ação policial e informou que El Cid foi localizado nas proximidades de um condomínio de luxo em Eusébio.
Um criminoso ligado ao PCC foi preso pela Polícia Militar do Ceará nesta quarta-feira (4), após meses foragido da Justiça. Sidney Rodrigo Aparecido Piovesan, conhecido como El Cid, é suspeito de planejar o sequestro do senador Sergio Moro em 2023, em União, no Paraná, e de cometer outros crimes.
A prisão ocorreu em Eusébio, na Grande Fortaleza. Segundo a Polícia Militar, El Cid fugiu de uma penitenciária de São Paulo e se escondia no Ceará usando documentos falsos. Ele tinha dois mandados abertos pelo TJSP, por homicídio e por associação ao tráfico.
Detalhes da ação policial
A localização de El Cid foi confirmada após a prisão da esposa dele, em Iguatu, no centro-sul cearense. Ela foi detida por portar um documento falso durante abordagem da Polícia Rodoviária Estadual, o que favoreceu a identificação do marido.
Segundo a PM, El Cid é tido como um dos chefes de uma célula do PCC voltada ao planejamento de sequestros e atentados contra autoridades. Além do caso envolvendo Moro, ele é investigado por crimes como tráfico de drogas, roubo e associação ao tráfico.
Contexto da investigação
As investigações apontam que as ações contra Moro e a família dele teriam início em setembro de 2022. Um segundo alvo citado é o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco do Ministério Público de São Paulo. A atuação do grupo envolve organização, financiamento e planejamento de operações criminosas.
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