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Lula compara Bolsonaro a cachorro louco e diz que libertá-lo desmoraliza STF

Lula afirma que libertar Bolsonaro desmoralizaria o STF e cita plano contra a democracia; Haddad critica contas públicas

Além de Lula, Haddad também criticou Bolsonaro e acusou o governo anterior de “estupro das contas públicas”. (Foto: EFE/Andre Borges)
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  • Lula afirma que libertar Bolsonaro seria desmoralizar o STF; o ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por suposta tentativa de golpe, e Lula citou que Bolsonaro tinha plano para matar Lula, Alckmin e Moraes, em entrevista à TV Aratu.
  • Bolsonaro completou seis meses preso, entre prisão domiciliar e transferência para a Papudinha, por ordem do STF.
  • Lula criticou o projeto de dosimetria, que busca reduzir penas de condenados pelo 8 de janeiro de 2023, e que foi aprovado no fim do ano passado; o presidente vetou a proposta.
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que houve “estupro das contas públicas” no governo anterior e destacou déficits, incluindo 2023 com déficit de R$ 230,5 bilhões, sendo R$ 92,4 bilhões destinados a precatórios.
  • Haddad citou a PEC dos Precatórios e questionou a narrativa da oposição sobre superávit de 2022 versus déficits de 2023, enfatizando críticas à gestão anterior e à explicação pública dos números.

Lula afirmou em entrevista à TV Aratu, da Bahia, nesta sexta-feira, que libertar Jair Bolsonaro seria desmoralizar o STF, que condenou o ex-presidente por suspeita de golpe. O presidente comparou Bolsonaro a um cachorro louco e citou planos para atingir Lula, Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes.

O petista afirmou que a libertação de Bolsonaro desalinharia a quebra de confiança do Judiciário e cobrou coerência ao lidar com leis de extrema gravidade. Também fez críticas ao projeto de dosimetria, que pode reduzir penas de condenados pelo 8 de janeiro.

Bolsonaro completa seis meses preso por ordem do STF, entre prisão domiciliar e transferência. Lula questionou a aprovação de uma lei que reduziria penas, vetada pelo presidente, e ressaltou o papel da Suprema Corte como elemento de estabilidade institucional.

Nível de críticas ao governo anterior

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez críticas ao governo Bolsonaro durante evento em Salvador, destacando suposto claro descontrole fiscal em 2022. Ele chamou a situação de tomada de contas públicas fora de parâmetros.

Haddad disse que o déficit de 2023 foi significativo, com especial peso para o pagamento de precatórios de anos anteriores. Também citou a PEC dos Precatórios como marco de manobra econômica controversa durante a gestão anterior.

O ministro argumentou que a oposição criou narrativa sobre contas públicas, apresentando um superávit em 2022 e grandes déficits depois. Ele afirmou que a explicação precisa ser clara para o público.

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