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General envolvido em golpe pede visita íntima na prisão

Supremo Tribunal Federal determina avaliação do Comando Militar do Planalto sobre visita íntima do general Mário Fernandes; PGR tem cinco dias para manifestação

O general da reserva Mario Fernandes, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo de Jair Bolsonaro (PL). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que o Comando Militar do Planalto informe se o general Mário Fernandes preenche os requisitos para receber uma visita íntima solicitada pela defesa.
  • Após o recebimento do documento, Moraes abrirá um prazo de 5 dias para a Procuradoria-Geral da República se manifestar.
  • Fernandes cumpre no Comando Militar do Planalto a pena de 26 anos e 6 meses de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.
  • Em dezembro, Moraes criticou os argumentos da defesa durante o julgamento, dizendo que o plano de assassinato de autoridades poderia ter sido apenas um “pensamento digitalizado”.
  • Em julho, Fernandes afirmou ao STF que o arquivo digital é apenas um pensamento digitalizado, não sendo compartilhado com ninguém.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou que o Comando Militar do Planalto, no Distrito Federal, informe se o general Mário Fernandes preenche os requisitos para receber uma visita íntima solicitada pela defesa.

Após o envio do documento, Moraes vai abrir um prazo de cinco dias para a manifestação da Procuradoria-Geral da República.

Fernandes cumpre no Comando Militar do Planalto uma pena de 26 anos e seis meses de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.

No julgamento de dezembro, Moraes criticou os argumentos da defesa e sugeriu que, no interrogatório, o general poderia ter ficado em silêncio em vez de alegar que o plano de assassinato seria apenas um “pensamento digitalizado”.

Em julho, Fernandes afirmou ao STF que o arquivo digital seria apenas um pensamento digitado, composto por dados, análise de riscos e não teria sido compartilhado com terceiros.

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