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PT vê dano colateral, aposta que Master conquista apoio do centrão

PT admite dano à sigla, aposta que o caso Master atingirá o centrão, com investigações em três estados e no Supremo

Logotipo do Banco Master em prédio de São Paulo
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  • Dirigentes do PT reconhecem dano colateral aos seus nomes, mas acreditam que o núcleo do centrão seja atingido pelo caso Master.
  • A investigação avança em várias frentes, além da tentativa de compra do Master pelo BRB.
  • Investigadores identificaram três grandes empresas de apostas online (BETs) que teriam atuado para financiar um ataque reputacional ao Banco Central com apoio de mais de 15 influencers.
  • O Ministério Público Federal aponta que o Master já enfrentava problemas de liquidez desde 2024; Vorcaro nega qualquer delação premiada.
  • Os desdobramentos envolvem ao menos três estados (São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá) e ações no Supremo, no Distrito Federal e no próprio IT.

Dirigentes e quadros históricos do PT acompanham de perto o caso Master e reconhecem a possibilidade de dano colateral a membros da sigla. A aposta é que o escândalo envolva com mais força o núcleo do centrão.

A investigação avança em várias frentes, não se limitando à tentativa de compra do Master pelo BRB. Movimentos de apuração já mapeiam ações associadas a atividades de pressão sobre instituições financeiras.

Entre os desdobramentos, investigadores identificaram três grandes empresas de apostas online ligadas a um esforço de dano reputacional ao Banco Central, com o uso de mais de 15 influenciadores digitais.

O grupo de apostas estaria conectado a políticos e outras organizações sob escrutínio da Polícia Federal, segundo apuração em andamento. O objetivo seria sustentar versões que favoreçam a narrativa de Vorcaro, dono do Master, de que a intervenção do BC acelerou a liquidação do banco.

O Ministério Público Federal aponta que o Master já enfrentava problemas de liquidez desde 2024, antes do episódio envolvendo o BRB. A defesa de Vorcaro nega qualquer possibilidade de delação premiada, citando o posicionamento atual de que o grupo seria chefiado por indivíduos com impedimento legal para firmar acordos com a Justiça.

Atualmente, as investigações sobre o Master abrangem ao menos três estados, São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá, além do Supremo Tribunal Federal e do Distrito Federal. As apurações seguem em andamento, sem prognósticos de conclusão.

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