- O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar tumultos, superlotação e feridos na Consolação durante o pré-carnaval.
- O prefeito Ricardo Nunes e membros da gestão classificaram a organização dos blocos como um sucesso e perfeita na segurança e atendimento.
- No fim de semana, 111 blocos desfilaram no sábado e 71 no domingo, em uma megaestrutura montada para receber o público.
- O governador Tarcísio de Freitas disse que não dá para ter 1,5 milhão de pessoas na Consolação, ressaltando que prefeitura e Polícia Militar agiram rapidamente.
- Fontes da prefeitura afirmaram que houve poucas pessoas machucadas, não houve grande bagunça ou depredação, e que a reunião de megablocos ocorreu em horários diferentes para evitar encontros simultâneos.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e sua equipe se mostraram surpresos com as críticas após os tumultos em blocos de carnaval na rua da Consolação, neste domingo (8), durante eventos de pré-carnaval. A prefeitura sustenta que a organização foi bem-sucedida e que a infraestrutura de segurança funcionou, segundo relatos internos repercutidos pela imprensa.
O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para apurar o episódio, que teve registros de superlotação, confrontos e foliões feridos. As imagens dos acontecimentos circularam em veículos de mídia, alimentando o debate sobre a organização e a presença policial no local.
Na avaliação interna da gestão, o fim de semana contou com a participação de 111 blocos no sábado (7) e 71 no domingo (8), configurando uma megaestrutura considerada suficiente para o planejamento. Fontes da prefeitura afirmaram que não houve grande número de feridos nem depredações relevantes.
Mudanças de tema: posicionamento de autoridades
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que não é viável manter um número tão elevado de pessoas na Consolação, estimando impactos de grande densidade. A gestão municipal, porém, reiterou que a atuação da prefeitura e da Polícia Militar foi rápida e eficaz para o contexto.
Dentro do governo municipal, há relato de que as ocorrências foram geridas com fluxo de pessoas distribuído ao longo do tempo, o que teria evitado problemas simultâneos de ocupação em um único momento. Uma fonte destacou que horários distintos favoreceram a organização entre blocos.
O prefeito e boa parte do secretariado acompanharam o Carnaval durante o fim de semana, monitorando a evolução dos blocos e os desdobramentos dos eventos na Consolação. As informações indicam que a avaliação sobre a operação permanece sob análise interna.
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