- Abelardo de la Espriella, candidato à presidência da Colômbia pelo movimento Defensores da Pátria, afirmou à AFP em Bogotá que, nos seus primeiros 90 dias de mandato, lançaria uma ofensiva aérea com apoio dos Estados Unidos e de Israel para enfrentar os cartéis de cocaína.
- O plano inclui bombardeios a acampamentos de narcoterroristas e uso de fumigação para retomar áreas dominadas por guerrilhas e narcotraficantes.
- Segundo o candidato, haveria possível utilização de aviões de guerra americanos na operação.
- O anúncio foi feito durante entrevista publicada na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.
- A declaração reforça a programação de ações de choque para desmantelar redes do tráfico na Colômbia, conforme ele atuaria em seus primeiros meses no cargo.
Abelardo de la Espriella, candidato à presidência da Colômbia pelo movimento Defensores da Pátria, afirmou à AFP que lançaria um plano de choque nos primeiros 90 dias de mandato. A proposta prevê ofensiva aérea com apoio dos Estados Unidos e de Israel para desmantelar cartéis de cocaína. Bogotá, 11 de fevereiro de 2026.
Segundo o candidato, haveria imediata ação para retomar o controle de áreas dominadas por guerrilhas e narcotraficantes. O plano envolve bombardeios e fumigação, com possível participação de aviões de guerra estadunidenses. A declaração foi feita na sede de campanha.
De la Espriella descreveu a ofensiva como uma resposta rápida, visando atacar acampamentos de narcoterroristas desde o início do governo. O entrevistado também se autodenomina como um operador duro na arena política colombiana. O anúncio foi feito durante conversa com a AFP em Bogotá.
Detalhes do plano e apoio internacional
A proposta contempla uso de bombardeios a acampamentos clandestinos e ações de fumigação para desarticular redes de tráfico. O envolvimento de Estados Unidos e Israel foi apresentado como apoio estratégico para a ofensiva. O candidato enfatizou a necessidade de retomar o controle territorial do governo.
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