- A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, enfrentou a comissão da Câmara ao defender a forma de divulgação dos arquivos de Epstein e as redações realizadas.
- Os democratas questionaram o cumprimento da lei que determinava a divulgação completa dos arquivos, com espaço restrito para redações, após o prazo legal.
- Bondi não respondeu sobre a forma como o DOJ lidou com os arquivos e se recusou a se desculpar com as vítimas presentes na sessão.
- Houve troca acalorada com o representante Jamie Raskin, incluindo insultos entre os dois durante a sabatina.
- Os documentos mostraram ligações de pessoas próximas a Trump com Epstein, embora nenhum tenha sido acusado de crime relacionado; o tema reacendeu debates sobre a relação entre DOJ e o governo.
Pam Bondi, procuradora-geral dos EUA, atacou democratas durante a oitiva da Comissão Judiciária da Câmara na quarta-feira. O objetivo foi defender a condução do Departamento de Justiça sobre arquivos ligados a Jeffrey Epstein. A audiência ocorreu no Congresso, em Washington, e girou em torno da divulgação dos documentos com lacunas de redação.
Democratas questionaram a forma de liberação dos arquivos, incluindo o atraso na publicação e a revelação de nomes de sobreviventes sem explicação. Bondi desviou de várias perguntas sobre as decisões de redaction e não pediu desculpas às vítimas presentes na sessão.
Durante o encontro, Bondi se desentendeu com o representante Jamie Raskin e, em outra troca acalorada, com Ted Lieu. A procuradora afirmou que não aceitaria “entrar no submundo” da discussão e acusou os oponentes de tentarem atrasar o processo. A discussão também envolveu vítimas e nomes de possíveis aliados de Epstein.
Detalhes do debate
Os arquivos revelaram ligações de pessoas próximas a Donald Trump com Epstein, entre elas o ex-diretor de comércio Howard Lutnick, Steve Bannon e Elon Musk. Ninguém foi acusado de crime relacionado ao caso, mas as informações geraram críticas à credibilidade do DOJ.
Bondi insistiu que a sessão não é “circo” e que as perguntas visam esclarecer o que houve com os documentos. A investigação sobre as falhas de divulgação, incluindo remoção de redações, segue sob escrutínio entre legisladores de ambos os partidos.
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