- Prazo de inscrição vai até às 23h59 do dia 19 de fevereiro para médicos com formação específica participarem do Mais Médicos Especialistas (PMM-E) do Ministério da Saúde.
- O PMM-E faz parte do Programa Agora Tem Especialistas (ATE) para ampliar o acesso à saúde especializada, reduzir tempo de espera e fortalecer redes no SUS.
- Serão contratados 1.206 profissionais em 16 especialidades para atuação em regiões remotas, sem vínculo empregatício, em serviços hospitalares e ambulatoriais.
- 20% das vagas são reservadas a cotas; candidatos às vagas de políticas afirmativas passam por heteroidentificação, com documentos comprobatórios exigidos.
- Benefícios incluem bolsa-formação mensal de até R$ 10 mil, podendo chegar a R$ 20 mil, mais ajuda de custo e aperfeiçoamento de até 12 meses; seleção é pela UNA-SUS, com até dois locais de atuação; o resultado final será publicado em 24 de março.
O Ministério da Saúde abriu, neste mês, o chamamento público para o programa Mais Médicos Especialistas (PMM-E). Estão disponíveis 1.206 vagas em 16 especialidades, com inscrição até às 23h59 do dia 19 de fevereiro. O objetivo é reforçar o SUS em regiões remotas e vulneráveis.
O PMM-E integra o Programa Agora Tem Especialistas (ATE), criado para ampliar a agilidade e a igualdade de acesso à saúde especializada. A seleção não cria vínculo empregatício, e as vagas podem atender tanto serviços hospitalares quanto ambulatoriais da rede pública.
O edital prevê que médicos com formação reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica possam se inscrever. O candidato pode indicar até dois locais de atuação, em estados diferentes, e deve organizar a ordem de preferência.
Inscrição e elegibilidade
Os interessados devem fazer pré-cadastro no portal da UNA-SUS e, em seguida, completar a inscrição. Podem apresentar até três títulos de especialista. Entre as especialidades disponíveis estão anestesiologista, cirurgias diversas, ginecologia, cardiologia, endoscopia, oncologia, radiologia e patologia.
Parcerias com instituições formadoras oferecerão acolhimento, com início de curso e avaliação diagnóstica. Durante o programa, há bolsa-formação mensal de R$ 10 mil, podendo chegar a R$ 20 mil conforme o desafio de manter profissionais em determinadas regiões. A bolsa é custeada pelo Ministério da Saúde.
Benefícios, seleção e cronograma
A formação tem duração de até 12 meses, com atividades presenciais e de imersão. Além da bolsa, há auxílio de custos para deslocamentos de imersões, condicionado à participação e à carga horária. O resultado final com nomes e localidades será publicado em 24 de março no site oficial de chamamentos públicos.
A íntegra do processo está disponível no edital do PMM-E. O programa reforça a atuação dos profissionais em serviços da rede pública, buscando reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias no SUS. A divulgação das informações oficiais é feita pelo Ministério da Saúde.
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