- O deputado federal suspenso Glauber Braga (PSOL-RJ) defende intervenção administrativa urgente no Rioprevidência, fundo de previdência dos servidores do Rio.
- A intervenção seria consequência de denúncias de má gestão e suspeita de corrupção, com foco em investimentos de cerca de R$ 1 bilhão no Banco Master.
- Segundo Braga, o investimento ocorreu mesmo após alertas do Tribunal de Contas do Estado, e resultou na prisão do ex-presidente do Rioprevidência, colocando em risco mais de duzentos e trinta mil aposentados e pensionistas.
- Braga afirma que a intervenção federal é um caminho previsto na Constituição e será protocolada amanhã no Ministério da Economia, como etapa inédita para a previdência pública.
- O relato associa o caso do Rioprevidência a outros desdobramentos no estado, citando ligações entre os investigados e eventos ligados à operação em curso.
O deputado federal suspenso Glauber Braga (PSOL-RJ) afirmou que vai protocolar uma intervenção administrativa urgente no Rioprevidência, o fundo de previdência dos servidores do Rio. A medida envolve denúncias de má gestão e suspeita de corrupção, segundo Braga, em entrevista ao UOL News 2ª edição.
Ele sustenta que a decisão de investir cerca de 1 bilhão de reais no Banco Master ocorreu mesmo após alertas do Tribunal de Contas do Estado. A operação, conforme Braga, resultou na prisão do ex-presidente do fundo e colocou em risco os direitos de mais de 230 mil aposentados e pensionistas.
Braga afirma que o episódio guarda relação direta com problemas no Rio de Janeiro, citando a suposta ligação entre o caso e investidas que teriam consumido recursos públicos, incluindo um episódio com 400 mil reais descrito como sendo colocado em uma mala. O ex-presidente do Rioprevidência está preso, segundo o integrante do PSOL.
Para o parlamentar, a intervenção federal é um caminho previsto pela Constituição para proteger o fundo e seus beneficiários. A ideia é encaminhar uma requisição ao Ministério da Economia, para que o Presidente da República determine a intervenção apenas no Rioprevidência, como etapa inicial.
A tramitação, segundo Braga, seguirá o artigo 34 da Constituição, com base em elementos concretos que justificam a medida no estado. O documento já está em elaboração e deverá ser protocolado no Ministério da Economia na próxima semana.
Contexto institucional e legal
O deputado ressalta que intervenções nesse tipo já ocorreram em outras áreas do estado, mas nunca na área da previdência pública. O objetivo é assegurar governança independente e a proteção de direitos dos segurados.
Debate e desdobramentos
Braga aponta que a intervenção busca preservar a transparência e cumprir previsões constitucionais. O tema gerou reação entre aliados e adversários, com debates sobre atuação institucional e medidas de responsabilização.
Observação: o conteúdo inclui citações indiretas sobre investigações e pessoas envolvidas; informações seguem em linha com o material enviado e devem ser checadas junto a fontes oficiais para confirmação.”
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