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Fux vota contra aposentadoria especial de vigilantes e julgamento empata

Empate no STF mantém dúvida sobre aposentadoria especial a vigilantes; voto de Fux é contra, intensificando a divisão entre ministros

Luiz Fux, ministro do STF
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  • O ministro Luiz Fux votou contra a aposentadoria especial do INSS para vigilantes, mantendo o placar empatado em três votos a favor e três contra.
  • O julgamento começou no dia 6 no plenário virtual do STF e vai até às 23h59; o relator, ministro Nunes Marques, defendeu o benefício.
  • Moraes foi o primeiro a divergir do relator; depois Cristiano Zanin e Luiz Fux também votaram contra, faltando os votos de Fachin, Mendonça, Toffoli e Gilmar Mendes.
  • A decisão discute se vigilante é atividade especial por risco à integridade física, com exigência de comprovação de risco e permanência mínima de 15 anos, conforme o grau de periculosidade.
  • O recurso chegou ao STF após o INSS argumentar que a Emenda Constitucional de 2019 retirou o benefício por periculosidade, estimando impacto financeiro superior a R$ 154 bilhões.

O ministro Luiz Fux, do STF, votou contra a concessão da aposentadoria especial do INSS para vigilantes. O placar está empatado, com três votos favoráveis e três contrários.

O julgamento começou no dia 6 no plenário virtual e segue até as 23h59. O relator, Nunes Marques, defendeu o direito ao benefício. Flávio Dino e Cármen Lúcia acompanharam o voto dele.

Oposição ao voto do relator ficou com Alexandre de Moraes, seguido por Cristiano Zanin e Luiz Fux. Faltam os votos de Edson Fachin, André Mendonça, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Contexto do tema

O STF discute se vigilantes têm direito à aposentadoria especial por risco à integridade física. O relator citou que a profissão envolve alta tensão emocional e risco à saúde.

Para ter o benefício, o INSS exige comprovação de risco, tempo mínimo de atividade e grau de periculosidade. A aposentadoria pode chegar a antecipar o benefício, com pagamento de 100% do salário.

O INSS sustenta que a Emenda de 2019 retirou o benefício por periculosidade da Constituição, e que manter a aposentadoria especial impactaria o orçamento em mais de R$ 154 bilhões. O caso aguarda os votos restantes para definição.

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