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Lula e Padilha visitam unidade da Aché em Pernambuco para produção de 40 milhões

Lula e Padilha visitam nova unidade da Aché em Suape, com capacidade de até quarenta milhões de medicamentos por ano a partir de 2026, gerando cerca de 3 mil empregos

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  • Lula e o ministro Padilha visitaram a nova unidade da Aché em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, que começará a operar em 2026 com capacidade de até 40 milhões de medicamentos por ano.
  • O projeto recebeu 267 milhões de reais de BNDES e Banco do Nordeste; desde 2019, a fábrica soma 1,6 bilhão de reais em incentivos federais para expansão.
  • Com a expansão, devem ser criados cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos, elevando a produção a até 700 milhões de unidades por ano.
  • A Aché faz parte da Bionovis, atuando em parcerias para o desenvolvimento produtivo voltadas à produção nacional de medicamentos biológicos para o SUS, inclusive para doenças crônicas, não transmissíveis e raras.
  • Padilha destacou a importância de uma indústria 100% nacional para a soberania na saúde; o governo afirma ampliar o Complexo Econômico-Industrial da Saúde e a Nova Indústria Brasil, com investimentos no setor.

Em Cabo de Santo Agostinho (PE), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conheceram a expansão de uma unidade do Aché Laboratórios Farmacêuticos. A nova fábrica, no Complexo Industrial Portuário de Suape, terá operação a partir de 2026 e capacidade de até 40 milhões de medicamentos por ano, incluindo fármacos injetáveis hospitalares e colírios.

A unidade recebeu aporte de 267 milhões de reais provenientes do BNDES e do Banco do Nordeste, com recursos destinados a automação e tecnologia industrial. Desde 2019, a fábrica soma 1,6 bilhão de reais em incentivo federal para expansões, fortalecendo o complexo de saúde e a soberania na oferta de remédios pelo SUS.

A expansão pode gerar cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos, ampliando a produção para até 700 milhões de unidades anuais. A Aché integra a Bionovis, atuando em parcerias para o desenvolvimento de medicamentos biológicos de alta tecnologia para o SUS, incluindo tratamentos para doenças crônicas e raras.

Investimento e impacto

O governo aponta que o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) busca reduzir a dependência de insumos importados. A iniciativa integra a nova política Nova Indústria Brasil (NIB) e envolve investimentos públicos e privados para vacinas, medicamentos e equipamentos médicos.

O Ministério da Saúde informou que o montante destinado ao CEIS soma 15 bilhões de reais para o desenvolvimento do setor. Desde 2023, com a retomada da política, foram firmadas 31 parcerias entre entidades públicas e privadas para acelerar a produção nacional.

Contexto estratégico

O objetivo é expandir a produção de medicamentos, vacinas e insumos estratégicos, fortalecendo o mercado nacional e a segurança do abastecimento. A atuação da Aché e de parcerias como a PDP (Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo) reforçam a capacidade de atendimento do SUS, com foco em tratamentos de alto impacto para a população.

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