- Eduardo Bolsonaro (PL-SP) concedeu entrevista à Fox News e defendeu a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência neste ano.
- Ele disse que o objetivo é derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou decisões do Supremo Tribunal Federal, especialmente no caso que resultou na condenação de Jair Bolsonaro.
- A estratégia de campanha de Flávio seria centrada em economia e segurança pública, segundo Eduardo, que afirmou que Lula não tem bom desempenho nesses setores.
- Eduardo minimizou a possibilidade de a direita se dividir favorecer Lula e disse que, contra Lula, todos devem se unir; também afirmou que a divisão pode ampliar críticas ao governo.
- O ex-deputado afirmou que, se Flávio vencer, poderá conceder perdão presidencial a Jair Bolsonaro e a outros condenados, e criticou o veto de Lula ao PL da Dosimetria, relacionado a penas de atos de 8 de janeiro.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) concedeu entrevista à Fox News, publicada neste sábado (14), na qual defende a pré-candidatura do irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência e critica o governo Lula e o STF. Eduardo afirma que a estratégia de Flávio foca em economia e segurança pública.
Ele disse que pesquisas apontam Flávio com vantagem ou empate em relação a outros nomes da direita, e que a indicação ocorreu após Jair Bolsonaro reconhecer a impossibilidade de disputar o pleito. O presidente segue preso, segundo Eduardo, de forma considerada injusta.
A entrevista enfatiza que a candidatura de Flávio nasce para enfrentar o governo Lula, com foco em economia e segurança pública. Eduardo afirmou que a gestão atual seria avaliada negativamente por setores que criticam o desempenho econômico e a criminalidade.
Sobre a eventual fragmentação da direita, o ex-deputado garantiu que a oposição ao Lula tende a se unificar no segundo turno, independentemente dos nomes disputando. Ele disse que o pior cenário é a reeleição de Lula da Silva.
Eduardo minimizou a ideia de que o campo de direita possa favorecer Lula com votos divididos. Disse que a presença de múltiplos candidatos aumenta as críticas ao governo, segundo ele, fortalecendo a oposição.
O ex-presidente Bolsonaro foi condenado pelo STF no ano passado em investigação ligada a suposta tentativa de golpe e atos que teriam ocorrido após as eleições de 2022. Eduardo afirma que a condenação foi politicamente motivada.
Eduardo também criticou o veto de Lula ao PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso, que poderia alterar critérios de pena. Segundo ele, o veto revela alinhamento do presidente com a esquerda e uma visão contrária ao Legislativo.
Ainda segundo o relato na entrevista, Flávio Bolsonaro poderia, caso eleito, conceder perdão presidencial a Jair Bolsonaro e a outros condenados. Eduardo afirmou que seu papel é eleger Flávio para abrir esse caminho.
Eduardo alegou que o ministro Alexandre de Moraes foi responsabilizado por sanções impostas pelo governo dos EUA a membros da administração Trump. Segundo ele, Moraes seria alvo de ações que não prosseguem contra figuras de peso da mesma esfera.
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