- Jess Phillips diz que os arquivos de Epstein deveriam servir de impulso para mudança legislativa de longo prazo e apoio aos sobreviventes.
- Ela critica que instituições costumam agir apenas após crises, defendendo estratégias duradouras em vez de políticas rápidas.
- A ministra responsável pela proteção de mulheres e meninas pediu investimento em prevenção, responsabilização dos abusadores e metas mensuráveis.
- Propõe que o NHS priorize abusos da mesma forma que doenças, e que as escolas recebam ferramentas para lidar com impactos do abuso nos alunos.
- A versão econômica aponta que 13 bilhões de libras são perdidos anualmente na produção devido ao abuso doméstico, como parte de melhorias em crescimento e produtividade.
A ex-ministra de proteção e violência contra mulheres e meninas, Jess Phillips, afirma que os arquivos de Epstein podem servir como catalisador para mudanças legislativas de longo prazo no Reino Unido. A sugestão é transformar a comoção pública em ações estruturais, não em políticas de efeito rápido.
Phillips, deputada trabalhista pela Birmingham Yardley, diz que é preciso usar o momentum para ampliar o apoio às sobreviventes e avançar em reformas duradouras. Ela critica que, muitas vezes, avanços vêm apenas após crises, sem mudanças profundas.
A ideia é investir na prevenção e na responsabilização dos aggressors, reduzindo a probabilidade de novos casos. Phillips defende que escolas recebam ferramentas para lidar com impactos do abuso e que o NHS priorize esse tema.
Ela também aponta o custo econômico da violência doméstica, com perdas de até 13 bilhões de libras em produção anual, como componente a ser considerado na política de crescimento. O objetivo é tornar as metas realmente mensuráveis.
A comentarista Yvette Cooper, secretária de Relações Exteriores, reiterou que reduzir pela metade a violência contra mulheres e meninas em 10 anos é prioridade. Cooper enfatizou ouvir as vítimas e sobreviventes para orientar políticas.
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