- Lindbergh Farias acionou o Tribunal Superior Eleitoral para impedir Gilson Machado de distribuir adesivos pró-Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL.
- O pedido pede a cessação imediata da propaganda eleitoral antecipada e multa diária em caso de descumprimento.
- O deputado afirma que a mensagem tenta favorecer a candidatura de Machado, associando imagem e identidade política ao pleito.
- O documento recomenda encaminhar o caso ao Ministério Público Eleitoral para apurar possível abuso de poder econômico.
- Machado, em live com Marcelo Queiroga, prometeu novos adesivaços no Nordeste e afirmou que o movimento é espontâneo e não envolve dinheiro público.
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral uma representação que pede a proibição de distribuição de adesivos pró-Flávio Bolsonaro pelo ex-ministro Gilson Machado (Podemos). A ação vê a prática como propaganda antecipada.
Segundo Lindbergh, os adesivos associam a imagem de Jair Bolsonaro a uma futura candidatura de Flávio Bolsonaro, configurando ato de campanha disfarçado de material gráfico. O documento exige a cessação imediata da divulgação e aplica multa diária por descumprimento.
Machado divulgou nas redes sociais, no fim de semana, adesivos com a mensagem Nordeste está com Flávio e com a imagem de Jair Bolsonaro. O episódio é apresentado pela representação como tentativa de ampliar a percepção de apoio regional ao pré-candidato.
Pedidos e desdobramentos
A representação também solicita encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral para apurar possível abuso de poder econômico. Lindbergh sustenta que o uso de adesivos físicos para favorecer a candidatura revela campanha eleitoral antecipada.
Em live realizada na terça-feira, Machado confirmou planos de realizar novos adesivaços em estados da região Nordeste. O ex-ministro afirmou que as ações são espontâneas e não ocorrem com dinheiro público, descolando-se de programas oficiais.
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