- A Polícia Federal realizou operação de busca e apreensão envolvendo Ruth Machado dos Santos, servidora da Receita em Santos, e mais três funcionários, suspeitos de acessar e vazar dados fiscais de familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal.
- A suspeita envolve o acesso indevido aos dados da esposa do ministro Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci; a defesa nega qualquer acesso ilegal ou vazamento.
- O advogado de Ruth afirma que ela possui 32 anos de serviço público, com conduta exemplar e sem histórico de procedimentos disciplinares, sindicâncias ou investigações.
- A defesa sustenta que Ruth não tem motivação político-partidária e atua de forma apartidária, não possuindo vínculos ou engajamento políticos.
- Em nota, a defesa afirma atuação técnica, discrição e respeito às normas, defendendo a conclusão de que a servidora não participou de infração penal, com apuração conduzida dentro do devido processo legal.
O fato envolve uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal em Santos (SP), que mira Ruth Machado dos Santos, servidora da Receita Federal, e mais três funcionários. Eles são investigados por supostos acessos indevidos e eventual vazamento de dados fiscais de familiares de ministros do STF. A ação ocorre no âmbito de apuração sigilosa da PF.
A defesa afirma que Ruth não acessou dados e atuou com discrição e neutralidade. Segundo o advogado, a servidora soma 32 anos de serviço público, sempre pautada pela correção e pelo sigilo funcional. A defesa reforça que não houve motivação política ou partidária por parte de Ruth.
A investigação busca esclarecer se houve conexão entre acessos indevidos a informações fiscais e familiares de ministros, incluindo a esposa do ministro Alexandre de Moraes. A PF apura possibilidade de vazamento de dados que teriam relação com o ministro e com a atividade pública dos envolvidos.
Defesa sustenta atuação apartidária
A defesa de Ruth Machado dos Santos sustenta que a profissional não tem vínculos políticos nem histórico de militância. O comunicado ressalta que a servidora mantém reputação ilibada ao longo de três décadas de serviço público. A íntegra do posicionamento destaca o cumprimento de deveres legais e a proteção de dados.
A equipe jurídica afirma que a apuração deve respeitar o devido processo legal, assegurando ampla defesa e contraditório. Não há conclusão sobre a responsabilidade de Ruth, conforme o material divulgado pela defesa. A PF continua investigando os demais envolvidos.
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