- Rory Amon, ex-político de Nova Gales do Sul, enfrenta julgamento por acusações de abuso sexual contra um jovem de 13 anos em 2017.
- Ele nega as dez acusações, incluindo cinco de relação sexual com menor e duas de tentativa, em um caso que tramita no supremo de Nova Gales do Sul.
- Segundo a promotoria, os encontros ocorreram em junho e julho de 2017, em um apartamento do garoto, com atividade sexual no banheiro ligado ao estacionamento; o contato começou em app de encontros gay e seguiu no Snapchat.
- Amon afirmou que não sabia da idade do garoto, pois quem se cadastrava no site precisava ter mais de 18 anos, e argumentou acreditar que o adolescente tinha pelo menos 16 anos.
- O réu admitiu ter conversado com o adolescente por meio de app e Snapchat, mas negou ter ido ao local duas vezes; o julgamento continua.
Rory Amon, ex-político de NSW, enfrenta julgamento por acusações de abuso sexual contra um garoto de 13 anos em 2017. O caso tramita na Suprema Corte de NSW, com o réu declarando-se inocente. Amon é acusado de múltiplos atos sexuais com menor de idade e outros crimes correlatos.
Segundo o Ministério Público, o garoto, na época com 13 anos e no ensino médio, conheceu Amon por meio de um aplicativo de encontros voltado à comunidade LGBTQI+. Os encontros teriam ocorrido em 2017, em duas ocasiões no apartamento do adolescente, localizado na região norte de Sydney.
A promotoria informou que as agressões ocorreram em um banheiro de um bloco de estacionamentos ligado ao local do encontro e na área ao redor. Em pelo menos um dos encontros, Amon teria colocado a mão do garoto sobre seus genitais e tentado manter relação sexual.
Defesa sustenta que Amon não sabia da idade do garoto. O advogado de defesa afirmou que o réu tinha uma crença honesta de que o adolescente tinha pelo menos 16 anos, já que qualquer pessoa que se cadastrava no site de encontros deveria ter 18 anos. Amon também admitiu ter conversado com o jovem no Snapchat antes de ir à residência, mas nega ter sido informado da idade real.
A acusação aponta cinco densas acusações de relação sexual com menor de idade e duas de tentativa de relação sexual com menor de idade, além de acusações de agressão indecente. Amon foi preso em agosto de 2024 e, aos 36 anos, responde a dez acusações no total.
A defesa argumenta que houve divergência sobre o número de encontros e que o réu só teria ido ao prédio uma vez, segundo relatos apresentados ao júri. O caso permanece em andamento, sem conclusão anunciada.
O jovem também contou aos médicos, professores e familiares na época sobre o que alegadamente aconteceu, mas não fez uma denúncia policial formal de imediato. A partir de 2024, com a prisão de Amon, o processo seguiu para o julgamento em curso.
O júri ainda deve ouvir testemunhas e avaliar as informações apresentadas pelas partes. O andamento do julgamento continua, sem data de conclusão anunciada.
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