- Nikolas Ferreira (PL-MG) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltaram a se desentender publicamente no sábado 21, ampliando o racha dentro do Partido Liberal.
- Eduardo disse que Nikolas teria “amnésia” por não apoiar a pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e também criticou Michelle.
- Nikolas respondeu que a prioridade é enfrentar ataques e apontou o contexto político envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o STF e o Lula.
- O deputado mineiro afirmou que Eduardo não está bem e declarou que não vai perder tempo com as divergências.
- Michelle ainda não se pronunciou sobre as acusações; o momento ocorreu durante visita de Nikolas à Papudinha, onde viu Jair Bolsonaro.
O bate-boca entre Nikolas Ferreira e Eduardo Bolsonaro ganhou novo impulso neste sábado, 21, em meio a desentendimentos entre dois membros do PL. O episódio envolve acusações mútuas sobre engajamento político e lealdade à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. O clima evidencia um racha dentro do partido.
Eduardo Bolsonaro afirmou, em entrevista ao SBT News, que seu colega de legenda demonstraria amnésia por não apoiar com afinco a pré-campanha de Flávio. A crítica também atingiu a ex-primeira-dama Michelle, que estaria supostamente alinhada ao mesmo grupo de Nikolas. As afirmações foram veiculadas pela TV.
Nikolas Ferreira rebateu na saída de um evento na Papudinha, onde visitou Jair Bolsonaro, preso por questões ligadas à tentativa de golpe. O deputado mineiro alegou que, diante de crises envolvendo o STF, ataques de adversários e situações envolvendo o governo, a prioridade é defesa de pautas do grupo.
Elevetou que o foco atual é responder aos ataques políticos e apontou que há uma batalha maior envolvendo a saúde do pai de Eduardo e o cenário de escândalos que, segundo ele, envolvem instituições. A resposta do parlamentar mineiro enfatizou que não iria se deter nas provocações.
Michelle ainda não se pronunciou sobre as acusações de Eduardo Bolsonaro, nem houve confirmação de sua posição pública acatada pelas redes sociais. O episódio mantém o tom de tensão entre membros do PL, sem um desfecho claro até o momento.
Racha no PL
A troca de ataques revela divergências internas sobre estratégias de comunicação e alianças para futuras disputas eleitorais. Analistas indicam que o conflito pode impactar a imagem do partido e as coordenações entre seus principais nomes. Aguardam-se novos posicionamentos oficiais.
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