- Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, participou da estreia do programa Alô Alô Brasil na Rádio Nacional, apresentado por José Luiz Datena, nesta segunda-feira (23).
- Datena chamou Boulos de seu “amigo mais próximo” na política e elogiou a esposa dele, Natalia Szermeta, sugerindo que ela seria mais inteligente que o ministro.
- Boulos falou da crise do governo Lula com a comunidade indígena sobre a privatização de hidrovias, dizendo que os atos são legítimos e que o governo recebe movimentos sociais com diálogo.
- A decisão sobre o futuro das hidrovias deve sair em reunião no final da tarde.
- O ministro atacou adversários, elogiou Lula e sinalizou uso do tema soberania em campanha para 2026, mencionando mudanças na comunicação do governo em agosto de 2025.
O ministro Guilherme Boulos participou da estreia do programa Alô Alô Brasil, na Rádio Nacional, apresentado por José Luiz Datena. A estreia ocorreu nesta segunda-feira (23) e contou com a participação do chefe de gabinete na Presidência, em formato de entrevista.
Datena afirmou que o convidado era o amigo mais próximo do meio político, justificando a escolha pela relação pessoal. Também elogiou a esposa de Boulos, Natalia Szermeta, sugerindo que poderia ocupar o cargo de ministra pela sua atuação e inteligência.
Boulos abordou a crise com a comunidade indígena em torno da possível privatização de hidrovias. O ministro defendeu que os atos do governo são legítimos e ressaltou que Lula atua com respeito e diálogo com movimentos sociais, não deslegitimando as reivindicações. A decisão sobre as hidrovias seria definida em reunião prevista para o final da tarde.
Desdobramentos políticos
O ministro aproveitou o espaço para criticar publicamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, ao comparar posições com o governo Lula. Em tom de elogio ao presidente, Boulos destacou a defesa da soberania do país frente a juntos com o discurso de campaña para 2026.
O posicionamento de Boulos foi acompanhado por menções à conjuntura eleitoral, com indícios de que o tema de soberania pode ganhar relevância no discurso da campanha de Lula. O comentário ocorreu no contexto de debates sobre políticas públicas e alianças regionais.
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