- Guilherme Boulos participou como convidado na Rádio Nacional, marcando a estreia dele na emissora estatal da EBC.
- Na entrevista, Boulos elogiou a cadeirada dada por Datena em Pablo Marçal durante debate eleitoral de 2024, dizendo que “lavou a alma do povo brasileiro”.
- Datena, em tom recente, relatou ter participado de debates políticos em São Paulo como “uma das piores coisas da vida”, lembrando do episódio com Marçal.
- Datena fechou contrato com a Empresa Brasil de Comunicação para apresentar dois programas até 2027, e a JLD Publicidade Ltda receberá o pagamento acordado. O apresentador atuará em TV Brasil e na Rádio Nacional.
- Na conversa, também houve referência à mobilização indígena no Baixo Tapajós, no Pará, contra decreto do governo e à possibilidade de o Executivo recuar na promulgação, além de três prioridades do governo para o primeiro semestre.
O apresentador José Luiz Datena e o coach Pablo Marçal voltaram a aparecer em foco após um episódio de 2024. Datena utilizou uma cadeirada durante debate eleitoral em TV Cultura, e a cena repercutiu entre aliados e críticos. A conversa com Guilherme Boulos ocorreu neste mês na Rádio Nacional.
Boulos participou do programa Alô Alô Brasil, na emissora pública vinculada à EBC, marcando a estreia dele na Rádio Nacional. O ministro comentou o episódio da cadeirada e analisou o impacto para o ambiente político do período. A entrevista foi conduzida por Datena, que abriu o espaço ressaltando a memória do ocorrido.
Datena fecha contrato com a EBC
Datena assinou acordo de aproximadamente 1,445 milhão de reais com a EBC para apresentar dois programas até 2027. O contrato prevê que a JLD Publicidade receba o valor até fevereiro de 2027, e estabelece que apenas o apresentador preste os serviços a partir de São Paulo. A empresa tem Datena e a esposa como sócios.
Aldenos de apresentação ficam a cargo de Datena na TV Brasil e na Rádio Nacional, com funções de liderança editorial no programa Na Mesa com Datena e a apresentação de Alô Alô, Brasil. O acordo também determina que as atrações integrem a grade da emissora pública.
Governo e mobilização no Tapajós
Durante a entrevista, Boulos abordou a reação de indígenas da região do Baixo Tapajós, no Pará, contra decreto que trata da privatização de trechos de rios. A manifestação ocorreu em meio a críticas a normas de concessões e impactos para comunidades tradicionais. A defesa do governo sinaliza possível recuo na promulgação.
Boulos afirmou que o governo deve responder às reivindicações dos povos indígenas e avaliou a possibilidade de reavaliação do decreto. A mobilização durou mais de um mês sem resposta satisfatória, segundo lideranças locais. A conversa também tratou de prioridades do governo para o primeiro semestre.
Planos políticos de Boulos
Sobre as eleições de outubro, o ministro disse que poderá atuar onde for necessário, sem confirmar candidatura. O governo prioriza nomes para o Senado em São Paulo, citando as ministras Simone Tebet e Marina Silva como eventual apoio. A declaração enfatizou o papel institucional na reeleição de Lula, conforme o entendimento do contexto.
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