Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolsonarismo articula barrar avanço do fim da escala 6×1 na Câmara

Planalha do PL e do União Brasil tentam barrar a PEC do fim da escala 6×1, citando danos à economia e impactos eleitorais, visando frear na CCJ

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Foto: Beto Barata/PL
0:00
Carregando...
0:00
  • Líderes do bolsonarismo, Valdemar Costa Neto (Partido Liberal) e Antonio Rueda (União Brasil), disseram a empresários em São Paulo na segunda-feira 23 que querem impedir que a PEC que encerra a escala 6×1 avance no Congresso.
  • A estratégia é segurar a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para evitar que o texto vá ao plenário.
  • Valdemar afirmou que não é fácil para o país nem para os empresários e que o PL vai trabalhar para não deixar votar o fim da escala 6×1.
  • Rueda afirmou que a proposta seria prejudicial à economia e ao setor produtivo, ligada a um calendário eleitoral e com possível cobrança ao consumidor.
  • O debate acontece em meio a pressões de partidos e frentes ligadas ao empresariado contra mudanças na jornada semanal; o texto em análise propõe reduzir a carga horária máxima e alterar o modelo atual de seis dias consecutivos de trabalho.

Os presidentes nacionais do PL e do União Brasil articulam para impedir o andamento da PEC que prevê o fim da escala 6×1 no Congresso. A estratégia é barrar a proposta já na CCJ da Câmara e evitar que o tema chegue ao plenário. A ação ocorreu em encontro com empresários em São Paulo, na segunda-feira, 23.

Valdemar Costa Neto (PL) afirmou que o partido vai atuar para impedir a votação da matéria, argumentando que não seria benéfica para o país nem para os empresários, já sobrecarregados por tributos e custos. Ele sinalizou que trabalha para evitar a votação do texto.

Antonio Rueda (União Brasil) reforçou que a proposta pode trazer impactos negativos à economia e ao setor produtivo, associando o tema a calendário eleitoral. Segundo ele, o custo seria repassado ao consumidor, com efeitos amplos nos diferentes segmentos.

Contexto econômico e eleitoral

Os dois dirigentes destacaram a necessidade de eventuais ajustes na proposta, como escalas alternativas e limites menores de horas, mantendo, conforme a leitura deles, a estabilidade econômica. O movimento ocorre em meio a uma pressão de frentes empresariais contrárias à mudança.

Lideranças governistas estudam abrir espaço para negociações, apontando que mudanças na jornada de trabalho devem considerar impactos setoriais e objetivos fiscais. A disputa continua no âmbito político, com uso de argumentos econômicos para sustentar posições.

Propostas e próximos passos

A discussão sobre a jornada de trabalho ganhou tração nos últimos meses, com apoio a diferentes formatos de escala e limites semanais. A CCJ é o principal ponto de tramitação, onde a construção de votos pode definir o destino da proposta.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais