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Conselho de Ética da Alesp abre processo de cassação contra Lucas Bove

Conselho de Ética da Alesp abre dois processos contra Lucas Bove por quebra de decoro, com possível cassação do mandato, por violência política de gênero

O deputado estadual Lucas Bove (PL-SP). Foto: Redes Sociais/Reprodução
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  • O Conselho de Ética da Alesp abriu, nesta terça-feira, 24, dois processos disciplinares contra o deputado Lucas Bove (PL), com potencial de cassação do mandato.
  • A decisão foi tomada por unanimidade com base em uma representação da deputada Mônica Seixas (PSOL) por violência política de gênero ocorrida em sessões da Alesp.
  • O relator dos casos será o deputado Emídio de Souza (PT); votaram a favor Delegado Olim (PP), Rafael Saraiva (União Brasil), Eduardo Nóbrega (Podemos) e Ediane Maria (PSOL).
  • Também há uma representação movida pela deputada Ediane Maria contra o deputado Tenente Coimbra (PP) por violência política de gênero e injúria racial; esse caso terá a relatoria de Eduardo Nóbrega (Podemos).
  • Paula Nunes (PSOL) teve uma representação contra Bove arquivada; o deputado já havia apresentado representações contra Mônica Seixas e Paula Nunes, que foram negadas por unanimidade; Bove não esteve presente na sessão.

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo abriu dois processos disciplinares contra o deputado Lucas Bove (PL). As representações foram apresentadas por Mônica Seixas (PSOL) e tratam de violência política de gênero em sessões da Alesp. Os casos podem levar à cassação do mandato.

A decisão ocorreu na sessão desta terça-feira, 24, na própria Alesp, com votação por unanimidade para acolher as representações.

Os votos favoráveis à abertura dos processos foram dos deputados Delegado Olim (PP), que preside o Conselho, Rafael Saraiva (União Brasil), Eduardo Nóbrega (Podemos), Ediane Maria (PSOL) e Emídio de Souza (PT). Emídio de Souza será o relator do caso. Mônica Seixas acusa Bove de agressões políticas e cita ainda que o deputado já responde a processo por violência doméstica, ameaça e perseguição contra a ex-mulher, Cíntia Chagas.

Outra representação, movida pela deputada Ediane Maria (PSOL) contra Bove e o deputado Tenente Coimbra (PP), também foi apresentada por violência política de gênero e injúria racial. A participação desses parlamentares foi dividida entre apoio à admissibilidade e questionamentos sobre a pertinência das acusações, com registro de votação favorável à admissibilidade para Ediane. O relator do caso é Eduardo Nóbrega.

Uma terceira representação, apresentada por Paula Nunes da Bancada Feminista (PSOL), também acusava Bove de quebra de decoro, mas foi arquivada. Bove havia registrado representações contra Mônica Seixas e Paula Nunes por suposta calúnia nas redes sociais; tais ações foram negadas por unanimidade e também arquivadas. O deputado não compareceu à sessão.

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