- A escolha de Douglas Ruas para a chapa do bolsonarismo no Rio de Janeiro é interpretada como derrota interna do governador Cláudio Castro, segundo Daniela Lima no UOL News — 2ª edição.
- Castro tinha apoiado Nicola Miccione; houve reunião com Márcio Canella e o governador percebeu que estava em minoria, o que aponta a vitória de Flávio Bolsonaro sobre Castro na definição da chapa.
- Douglas tende a entrar no jogo político já para ganhar visibilidade antes da disputa principal, ajudando a consolidar uma aliança entre PL e Progressistas (PP) no estado.
- Se Castro concorrer ao Senado, pode haver eleição para governador tampão, já que a vice está vaga; Douglas provavelmente disputaria esse posto.
- A leitura de bastidores é de que Flávio Bolsonaro é a principal força da direita no estado, o que ajuda a explicar o peso dele na escolha do sucessor de Castro.
No Rio de Janeiro, Douglas Ruas foi anunciado pela campanha de Flávio Bolsonaro como o candidato a vice na chapa da direita. A definição ocorre em meio a disputas internas entre Flávio e o governador Cláudio Castro.
Segundo a colunista Daniela Lima, o movimento aponta uma vitória de Flávio Bolsonaro sobre Castro. Ela afirma que Castro apoiava Nicola Miccione, da Casa Civil, e que houve reunião com Márcio Canella, provável companheiro do governador ao Senado.
A coluna aponta ainda que a escolha sugere uma vitória de Flávio nas alianças regionais, com Rogério Lisboa, do Progressistas, integrando a chapa. A leitura é de que a aliança PL-PP permanece valorizada no estado.
Daniela Lima sustenta que o arranjo mantém influência do grupo ligado a Flávio Bolsonaro, reforçando a força da esquerda no estado em termos de bastidores políticos e alianças.
Ela afirma ainda que, caso Castro concorra ao Senado, o Rio pode vivenciar uma eleição para governador tampão, já que a vice está vaga. Nesse cenário, Douglas Ruas poderia disputar esse pleito.
A colunista ressalta que a proximidade de Douglas com Flávio Bolsonaro aumentou seu espaço político, sobretudo para ampliar visibilidade antes da disputa principal.
Análise de bastidores
Para Daniela Lima, a votação interna sinaliza que Flávio Bolsonaro domina o peso da direita no Rio, influenciando a escolha do possível substituto de Castro. A avaliação é de que a régua de liderança não se fixou apenas no governador.
A reportagem do UOL News acompanhou o desdobramento, com informações veiculadas na edição diurna do canal e em edições seguintes. A cobertura reforça o tema sem conjecturas partidárias não verificadas.
O conteúdo foi reproduzido com base no que foi apresentado pelo UOL News, sem incluir opiniões pessoais ou declarações não confirmadas.
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