- O colunista Ricardo Kotscho afirma que uma possível derrota de Fernando Haddad em SP em 2026 não o impediria de tentar a candidatura em 2030.
- Segundo ele, o histórico de Lula mostra que perder não encerra a trajetória política, citando que Lula perdeu para governador de São Paulo e três eleições presidenciais antes de vencer.
- Lula teria convencido Haddad a disputar o governo de São Paulo, conforme reveled no podcast A Hora.
- Há divisão no PT sobre a melhor estratégia do presidente Lula em lançar Haddad em SP, com avaliações de que Haddad entrega bons números macroeconômicos.
- A ideia no Planalto é reorganizar o palanque em São Paulo para tentar vencer Tarcísio de Freitas, mesmo com ressalvas internas.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pode disputar o governo de São Paulo em 2026 e, mesmo diante de uma eventual derrota, permanecer no radar para as eleições de 2030, segundo o colunista Ricardo Kotscho. A análise foi publicada no UOL News – 2ª edição, do Canal UOL.
Kotscho sustenta que o histórico eleitoral de Lula fortalece essa leitura: perder antes não impede nova tentativa. O presidente teria convencido Haddad a concorrer ao governo paulista, conforme reportagem derivada do podcast A Hora.
Segundo o colunista, o próprio Lula já mostrou que não recua diante de resultados ruins. Ele cita a trajetória do 35º presidente, que perdeu para governador de São Paulo e em três eleições presidenciais antes de chegar ao poder em 2002.
Haddad é apresentado como o nome viável do PT no pós-Lula, segundo a avaliação de Kotscho. A leitura é de que o ministro estaria no centro de planos para manter o partido competitivo no cenário nacional.
PT diverge sobre estratégia em SP
Daniela Lima, colunista do UOL, aponta uma divisão interna no PT sobre a estratégia de lançar Haddad em São Paulo. Haddad é visto como quadro importante com números econômicos relevantes.
Carla Araújo destaca que a decisão de Lula pode visar reorganizar o palanque em SP. A expectativa é de que Haddad tenha papel central na estratégia para enfrentar Tarcísio de Freitas, com uma leitura de possibilidade de vitória.
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