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PT se divide sobre estratégia de Lula ao lançar Haddad em SP

PT discute estratégia de Lula para lançar Haddad ao governo de São Paulo em 2026; movimento pode manter capital forte, mas expõe fragilidade no interior

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  • PT está dividido sobre a estratégia de Lula de lançar Fernando Haddad como candidato ao governo de São Paulo em 2026, segundo a colunista Daniela Lima.
  • Lula teria convencido Haddad a disputar o governo estadual, movimento com cálculo eleitoral, mas que traz risco para um quadro central do partido.
  • Haddad acumula derrotas recentes, mas venceu a capital paulista em 2022, o que alimenta o raciocínio de manter o que houve em São Paulo.
  • A escolha pode favorecer a capital e expor fragilidade no interior do estado, onde nomes como Geraldo Alckmin teriam mais tração.
  • Mais detalhes ficam para a edição de sexta-feira do podcast A Hora, com as respectivas plataformas de divulgação.

O PT está dividido sobre a estratégia de o ex-ministro Fernando Haddad ser lançado pelo presidente Lula como candidato ao governo de São Paulo em 2026. A leitura é baseada na coluna de Daniela Lima no UOL News 2ª edição, do Canal UOL, que aponta divergências internas sobre o movimento.

Segundo a colunista, Lula convenceu Haddad a disputar o governo estadual, medida marcada por cálculos eleitorais, mas que pode colocar sob risco um quadro central do partido. Haddad, apesar de suas vitórias históricas, acumulou derrotas recentes e recusa inicial foi deixada de lado conforme o cenário se desenha.

Haddad já foi líder em disputas internas: em 2016, perdeu a prefeitura de São Paulo no primeiro turno; em 2018 foi candidato a presidente e levou o partido ao segundo turno; em 2022 venceu a disputa pela capital. A leitura é de que manter esse desempenho na capital pode ser decisivo para 2026.

Segmentos estratégicos do interior

A colunista aponta que a estratégia favorece a capital paulista, mas expõe fragilidades no interior do estado. Nomes como Geraldo Alckmin aparecem como potenciais vedetes para ampliar a força fora da capital, o que poderia alterar o desenho eleitoral.

Outra leitura é a de que o vice-presidente Alckmin, com histórico de votos expressivos no interior, poderia competir por esse espaço e, nesse cenário, impedir avanços de Haddad em regiões assim. A aposta de Lula seria preservar o que já foi conquistado em 2022.

Próximos desdobramentos

Parte do debate se concentra no que ocorrerá nos próximos movimentos de Haddad e na avaliação pública sobre a viabilidade da estratégia. O tema ganha contornos no podcast A Hora, do Canal UOL, cuja íntegra será apresentada na sexta-feira pela manhã e disponibilizada em plataformas de streaming e videocast.

O conteúdo também terá versão em newsletter aos sábados. O UOL News segue com sua programação diária, com edições às 10h e 17h, e reapresentações aos fins de semana.

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