- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu em Juiz de Fora (MG) o mesmo apoio federal oferecido ao Rio Grande do Sul após as enchentes de 2024.
- A ajuda incluiria crédito para empreendedores prejudicados e aquisição assistida de imóveis para cidadãos atingidos, conforme o modelo aplicado no RS.
- Lula falou ao lado do senador Rodrigo Pacheco, que foi apresentado como convidado especial.
- Antes, o presidente visitou Ubá (MG), onde ao menos seis pessoas morreram desde o início da semana.
- As chuvas em Minas Gerais são as mais letais dos últimos vinte anos, com 65 mortes registradas em Juiz de Fora e Ubá até ontem.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu, nesta quinta-feira, em Juiz de Fora, MG, oferecer às cidades atingidas pelas chuvas em Minas Gerais o mesmo apoio já disponibilizado ao Rio Grande do Sul após as enchentes de 2024. A medida inclui crédito aos empreendedores afetados e compra assistida de imóveis para famílias prejudicadas.
Lula fez os anúncios ao lado do senador Rodrigo Pacheco, a quem chamou de convidado especial. O presidente também visitou Ubá, cidade atingida pela tragédia, e disse estar comovido com a dor da população e com os prejuízos causados.
As chuvas em Minas são avaliadas como as mais letais dos últimos 20 anos. Segundo a Defesa Civil, o período de chuvas começou em outubro de 2025 e pode se encerrar apenas no final de março, com 65 mortes registradas até ontem em Juiz de Fora e Ubá.
O que está previsto
O governo federal pode oferecer linhas de crédito para empresários prejudicados pela enchente. A compra assistida de imóveis, após a tragédia no Sul, pode retornar a Minas para realocar famílias dentro de faixas de valor pré-estabelecidas.
Contexto e desdobramentos
Os impactos das chuvas já provocaram desabamentos e destruição de infraestrutura. Autoridades locais devem indicar planos de reconstrução e prioridades de atendimento, com foco em moradias e retomada econômica.
Participação política
Pelo menos, Pacheco participa das ações como aliado institucional, em meio a discussões sobre candidaturas locais. A agenda de governo federal busca enfrentar a crise humanitária sem atraso nos repasses de apoio.
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