- Datena e Pablo Marçal firmaram acordo que encerra ações por danos morais decorrentes da cadeirada durante debate na TV Cultura, em setembro de 2024, em São Paulo.
- A homologação ocorreu no fim de fevereiro pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, com o arquivamento de todos os processos ligados ao episódio.
- Marçal havia pedido cem mil reais, alegando violação de honra, imagem e integridade; Datena também moveu ação por acusações feitas pelo influenciador.
- Os termos do acordo são sigilosos e não implicam confissão de culpa nem reconhecimento de ilícito; há retratação e perdão mútuos.
- O caso ocorreu durante o debate entre candidatos à prefeitura de São Paulo; nenhum dos dois chegou ao segundo turno.
O apresentador José Luiz Datena e o influenciador Pablo Marçal fecharam um acordo que encerra ações judiciais por danos morais ligadas ao episódio de uma cadeirada durante um debate da Prefeitura de São Paulo em 2024. A homologação ocorreu no Tribunal de Justiça de São Paulo, no fim de fevereiro.
As ações, movidas após o confronto no debate conduzido pela TV Cultura, tratavam de danos morais. Marçal pedia indenização de 100 mil reais, alegando violação de honra e integridade. Datena também acionou a Justiça, afirmando ter sido ofendido por declarações de Marçal durante a campanha.
Com o acordo, todos os processos relacionados ao episódio foram arquivados. Os termos permanecem sob sigilo e não houve confissão de culpa. O documento registra uma retratação mútua e o perdão entre as partes.
O que aconteceu no debate
O episódio ocorreu em 15 de setembro de 2024, durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo. Marçal voltou a atacar Datena, citando acusações de assédio de 2019, além de usar insultos. Datena reagiu jogando uma cadeira em direção ao adversário.
Desfechos e contexto
A agressão interrompeu a transmissão e levou à expulsão de Datena do debate. Marçal foi encaminhado a um hospital na capital paulista para atendimento. O caso ganhou repercussão durante a campanha, que não resultou em segundo turno, vencido por Ricardo Nunes (MDB).
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