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Ferreira cita desfile pró-Lula ao negar campanha de Flávio Bolsonaro

Deputado Nikolas Ferreira ironiza acusação de campanha antecipada contra Flávio Bolsonaro, citando desfile pró-Lula e defesa da liberdade de expressão

Deputado ironizou argumento governista de que participação de Flávio em ato na paulista seria campanha eleitoral antecipada. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)
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  • O deputado federal Nikolas Ferreira reagiu de forma irônica à acusação de campanha antecipada contra Flávio Bolsonaro após discurso na Avenida Paulista.
  • Ele citou o desfile da escola Acadêmicos de Niterói com tema Lula para defender liberdade de expressão e cobrar tratamento igualitário da Justiça Eleitoral.
  • Ferreira afirmou que não houve menção a número de votos na manifestação e que não houve “showmício” por artistas, afirmando que não é campanha para Flávio.
  • Partidos sugerem ao STF flexibilizar a tese de “palavras mágicas” em casos de campanha antecipada; Solidariedade e PRD pedem fim à punição por referências indiretas.
  • O deputado contestou a estimativa da USP de 20,4 mil pessoas no ato e afirmou haver mais de 100 mil, acusando a universidade de favorecer a esquerda.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu, com ironia, a acusação de campanha antecipada envolvendo Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista ao SBT News, Ferreira disse que a crítica parte de uma lógica desigual e citou um desfile de carnaval em que Lula foi tema.

Ele argumentou que não houve menção a números de votos na manifestação e defendeu a liberdade de expressão durante o ato. O parlamentar afirmou que a comparação com eventos eleitorais é inadequada e apontou suposto tratamento diferente da Justiça Eleitoral.

STF e a discussão sobre campanha antecipada

A análise sobre campanha antecipada ganhou espaço no Judiciário, com o Solidariedade e o PRD pedindo ao STF que afaste a tese de “palavras mágicas” para punir referências que possam, indiretamente, soar como pedido de voto. Ferreira apoiou essa linha, destacando a espontaneidade do ato.

O deputado também criticou a estimativa de público da USP, que apontou 20,4 mil pessoas no evento. Segundo ele, havia mais de 100 mil participantes ao longo do tempo, e a instituição seria usada como apoio a uma linha de esquerda.

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