- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que espera ser chamado por Lula para uma conversa.
- A relação entre ele e o governo ficou tensa após Lula indicar Jorge Messias, hoje advogado-geral da União, para o STF.
- Alcolumbre defendia que a vaga fosse ocupada pelo senador Rodrigo Pacheco para o STF.
- Disse que ainda não chegou a mensagem formal sobre a sabatina de Messias.
- O Palácio do Planalto decidiu reter a mensagem diante da campanha de rejeição de Alcolumbre, que queria realizar a sabatina em duas semanas para Messias conhecer os senadores.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta quarta-feira (4) que espera ser chamado por Luiz Inácio Lula da Silva para uma conversa. A relação entre o Senado e o governo ficou abalada após Lula indicar Jorge Messias, advogado-geral da União, para o STF. Alcolumbre defendia a nomeação do senador Rodrigo Pacheco para a vaga.
Ele ressaltou que a interlocução entre os Poderes deve seguir de modo pacífico e harmônico. Segundo o presidente do Senado, é natural que o chefe do Executivo busque falar com ele, e que a comunicação deve ocorrer de forma recíproca para fortalecer a democracia.
Sobre a sabatina de Messias, Alcolumbre disse que aguarda o envio da mensagem pelo Palácio do Planalto. A presidência não confirmou data, e o clima entre os poderes foi impactado pela indicação.
O Palácio do Planalto, por sua vez, resolveu segurar o envio da mensagem após a mobilização liderada por Alcolumbre contra a sabatina do AGU. A expectativa era a realização da sabatina em duas semanas, para permitir que Messias percorresse senadores.
Entre os desdobramentos, o Senado debruça-se sobre o tema sem data definida. A defesa de Pacheco como indicado anterior pretendia acelerar a sabatina, mas a situação permanece sob avaliação institucional.
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