- A Polícia Federal deflagrou hoje a Operação Anomalia para desarticular núcleo suspeito de tráfico de influência e facilitar vantagens a um traficante internacional de drogas.
- O ex-secretário de esportes do Rio, Alessandro Pitombeira Carracena, já preso, teve cumprido novo mandado de prisão durante a operação.
- Carracena já havia sido preso na Operação Zargun, de setembro de dois mil e vinte e cinco, que mirou um grupo ligado ao tráfico e à facção Comando Vermelho.
- Além dele, outros três mandados foram cumpridos hoje, incluindo um contra o delegado Fabrizio Romano; houve três mandados de busca e apreensão e medidas cautelares, como afastamento de função pública.
- Os investigados deverão responder por associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro; as defesas de Carracena e Romano ainda não foram localizadas pela reportagem.
A Polícia Federal deflagrou hoje a Operação Anomalia, visando desarticular um núcleo suspeito de tráfico de influência. O grupo negociaria vantagens indevidas em favor de um traficante internacional de drogas. Carracena já estava preso, mas teve novo mandado de prisão expedido.
O ex-secretário Alessandro Pitombeira Carracena já havia sido preso na Operação Zargun, realizada em setembro de 2025. Ele é suspeito de integrar grupo acusado de crimes no exercício do cargo, incluindo associação à facção criminosa Comando Vermelho.
Carracena ocupou cargos públicos no Rio, entre eles secretário municipal de Ordem Pública na gestão de Marcelo Crivella e chefe da área de Esportes na gestão de Cláudio Castro, em 2021, além de outras funções nos últimos anos.
Mandados, alvos e medidas
Além do novo mandado contra Carracena, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos. O STF também determinou medidas cautelares, como afastamento do exercício de função pública, e o alvo adicional é o delegado Fabrizio Romano.
Os investigados devem responder a crimes como associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. As defesas de Carracena e Romano não foram localizadas até o fechamento desta reportagem.
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