- O Novo anunciou a deputada Adriana Ventura (SP) como candidata ao cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), para substituir o titular Aroldo Cedraz.
- Ventura disputaria a vaga contra Odair Cunha (PT-MG) e Hélio Lopes (PL-RJ); Odair tem apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB, aliado do governo), enquanto Hélio busca apoio da maior bancada da Câmara.
- O PSD apresenta o deputado Hugo Leal (RJ) como concorrente à vaga do TCU.
- A aposentadoria de Cedraz ocorre em meio a maior protagonismo do TCU, puxado pela fiscalização da liquidação do Banco Master pelo Banco Central; o relator da auditoria é o ministro Jhonatan de Jesus.
- Dados recentes indicam temas em fase de avaliação no TCU: afastamento cautelar do presidente do IBGE, representação contra o STF por supostos abusos em inquéritos e apuração de acesso a dados de ministros e familiares por servidores da Receita Federal.
O partido Novo anunciou nesta terça-feira (10) que a deputada federal Adriana Ventura (SP) disputará a vaga de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), deixada pelo ministro Aroldo Cedraz. A nomeação depende de confirmação pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, conforme o rito constitucional.
Ventura disputará a vaga contra o deputado federal Odair Cunha (PT-MG) e o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ). Odair Cunha recebe apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), enquanto Hélio Lopes conta com a maior bancada da Casa. O PSD apresentou o deputado Hugo Leal (RJ) como concorrente.
A aposentadoria de Cedraz coincide com o avanço do protagonismo do TCU na fiscalização de grandes operações financeiras, como a liquidação do Banco Master pelo Banco Central (BC). O relator da auditoria sobre o caso é o ministro Jhonatan de Jesus.
A tramitação do processo sem relação direta ao mérito envolve também temas de transparência. O TCU acompanha ainda a análise de pedido de afastamento cautelar do presidente do IBGE, além de uma representação contra o STF por suspeitas de abusos na condução de inquéritos. Em paralelo, a Corte apura o acesso a dados de ministros e familiares por servidores da Receita Federal.
O contexto político envolve também a atuação de outros atores. A atuação de Ventura na CPMI do INSS é mencionada como parte de seu histórico, enquanto a discussão sobre a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, gerou repercussões, com a decisão derrubada pelo STF.
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