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Yu-Gi-Oh se distancia de vídeo da Casa Branca sobre Irã

Yu-Gi-Oh se dissocia de vídeo da Casa Branca que usou a série para celebrar ataques ao Irã; marca afirma não ter envolvimento nem autorização

© Konami
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  • A postagem oficial do governo dos Estados Unidos no X usou cenas do anime Yu-Gi-Oh! sem autorização dos detentores dos direitos.
  • Dan Green, voz de Yami Yugi, declarou que o uso foi desrespeitoso à memória do criador Kazuki Takahashi.
  • A marca Yu-Gi-Oh! emitiu nota garantindo que a série de cartas/anime não participou nem autorizou o uso da IP.
  • O episódio é descrito como exemplo de uso de memes e cultura pop pela administração Trump para promover ações contra o Irã.
  • O texto menciona reações de detentores de IP, destacando que, até o momento, não houve ações legais por parte de algumas empresas, como a Pokémon Company.

O White House publicou um vídeo em sua conta oficial na X que utilizou imagens e a voz do personagem Yu-Gi-Oh para promover ataques militares entre os EUA e Israel contra o Irã. A produção não teve autorização dos detentores dos direitos do anime, videogame ou cards.

Dan Green, voz de Yami Yugi na versão original, divulgou uma comunicada condenando o uso do personagem e da voz, classificando a ação como desrespeitosa à memória do criador Kazuki Takahashi. A declaração marca a insatisfação de pelo menos uma das vozes associadas à franquia.

A Yu-Gi-Oh! Company manteve posicionamento claro: a marca informou que não participou da produção nem autorizou o uso de sua propriedade intelectual. A empresa reforçou que o conteúdo não tem ligação com o universo oficial da franquia.

Posicionamentos de titulares de IP

A prática de empresas de entretenimento de desassociar-se de conteúdos usados por terceiros voltou a ganhar atenção. Proprietários de marcas como Pokémon e Nintendo já se manifestaram em alguns casos, ainda que sem ações legais amplas, segundo veículos especializados.

O caso ocorreu após ataques promovidos pela família de ações anunciados pela administração de então, com o objetivo de justificar intermediary ações militares. A análise geral aponta para o uso de conteúdos da cultura pop como recurso de propaganda, sem confirmação de participação de criadores ou detentores de direitos.

Fontes consultadas destacam que legais medidas costumam depender de acordos e de avaliações de violação de direitos autorais. Até o momento, não houve confirmação de processos ou ações formais contra o governo ou seus representantes.

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