- O STF decidiu manter a prisão preventiva do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, após a abertura do plenário virtual.
- A maioria favorável à continuidade da prisão foi formada pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques; o voto de Gilmar Mendes ainda era aguardado.
- Nos bastidores, advogados e integrantes da Corte reconhecem forte pressão política ligada ao caso, com menções a ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes influenciando o cenário.
- A liquidação do Banco Master, de Vorcaro, elevou a percepção de poder e contatos dele em Brasília, contribuindo para o clima de tensão institucional.
- A defesa sustenta que não há base para a prisão preventiva, citando mensagens do celular trocadas meses atrás e afirmando que, nesse contexto, haveria risco reduzido para a investigação; também avalia a possibilidade de mudança de composição de defesa caso a colaboração seja adotada.
O STF manteve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, cuja liquidação foi ordenada pelo Banco Central. A decisão aumenta a expectativa sobre eventual delação premiada. O anúncio ocorreu durante a abertura do plenário virtual.
A maioria, formada até o momento por André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques, foi anunciada na manhã de hoje. Ainda não havia o voto de Gilmar Mendes, que está pendente. Bastidores indicam forte pressão política envolvida no caso.
Advogados que acompanham o processo e integrantes da Corte apontam que, com a prisão mantida, as possibilidades de defesa de Vorcaro podem ficar mais restritas. Há menção sobre a possibilidade de mudanças na equipe de defesa, caso a colaboração seja considerada.
Desde a liquidação do banco, Brasília registra intenso movimento político e de contatos de Vorcaro, o que alimenta especulações sobre o impacto de eventual colaboração. Defensores afirmam que as mensagens utilizadas pela PF foram trocadas meses atrás, o que, segundo eles, não indica risco atual à investigação.
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