- Segunda Turma do STF julga, em plenário virtual, se permanece a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; julgamento fica disponível por uma semana.
- Participarão André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Luiz Fux; Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso.
- Mendonça afirmou que a prisão preventiva busca preservar a ordem pública e econômica, a instrução criminal e a futura aplicação da lei penal.
- Investigações indicam que Vorcaro lideraria uma organização criminosa, com suspeita de ocultação de mais de R$ 2,2 bilhões em contas vinculadas ao pai e uso do Fundo Garantidor de Crédito para encobrir rombo de quase R$ 40 bilhões.
- Há indícios de núcleo de intimidação, suposta corrupção de servidores do Banco Central para obter informações privilegiadas e risco de fuga, já que o empresário tem patrimônio no exterior e acesso a jatos privados.
A Segunda Turma do STF inicia nesta sexta-feira (13) o julgamento no plenário virtual sobre a manutenção da prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A decisão envolve a possibilidade de manter ou revogar a prisão preventiva. O caso fica disponível para julgamento por uma semana.
O colegiado tem cinco ministros, mas Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso. Participam André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Vorcaro pode ser beneficiado em caso de empate, conforme a Lei 14.836/2024.
Vorcaro está preso preventivamente na Penitenciária Federal de Brasília. A decisão de Mendonça o aponta como líder de uma organização criminosa, justificando a prisão para garantir a ordem pública, a instrução criminal e a aplicação da lei penal.
Segundo a defesa, a prisão visa impedir a continuidade de possíveis irregularidades. A investigação cita tentativas de atrapalhar apurações da PF após a primeira prisão, ocorrida em novembro de 2025, bem como operações ligadas ao pai do investigado.
Entre os elementos mencionados, há suspeitas de ocultação de mais de R$ 2,2 bilhões em contas, supostamente para fraudar credores, além do acionamento do FGC para cobrir um rombo de quase R$ 40 bilhões no mercado financeiro.
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