- Participação nas eleições em Castilla y León às 11h30 chegou a 12,63%, com 99% das mesas comunicadas, subindo cerca de 1,3 ponto percentual em relação a 2022.
- Estão chamados mais de dois milhões de cidadãos para votar.
- Primeiro a votar foi Ángel Peña, candidato de Soria Ya, em Soria; Carlos Pollán (Vox) votou por volta das 10h20; Carlos Martínez (PSOE) votou em Soria; Miguel Ángel Llamas (Podemos-Alianza Verde) também votou.
- Pollán atacou a “demonização” da sua formação pela imprensa; Martínez pediu participação e disse que o objetivo é governar; Llamas enfatizou a importância do voto para mudança; Pedro Pascual (Por Ávila) pediu voto destacando a necessidade de melhorar infraestrutura, educação e saúde.
- Pesquisas apontam vitória do PP sem maioria, com possível alta de Vox; bloco de esquerda tende a ser mais impactado.
A participação nas eleições para a Junta de Castilla y León, ocorridas neste domingo, atingiu 12,63% às 11h30, com 99% das mesas comunicadas. O dado é o primeiro avanço, comparando com 11,30% no mesmo horário em 2022. Mais de dois milhões de cidadãos estavam aptos a votar.
O primeiro candidato a votar foi Ángel Peña, da Soria Ya, que participa pela primeira vez no pleito regional. Ainda pela manhã, Carlos Pollán, do Vox, divulgou que já havia depositado seu voto e criticou a cobertura da campanha pela imprensa. Em seguida, Carlos Martínez, do PSOE, votou em Soria e pediu participação cívica, afirmando o objetivo de governar a região. Miguel Ángel Llamas, do Podemos-Alianza Verde, também votou e incentivou a participação.
Participação e perspectivas
Em Soria, o voto de Pedro Pascual, do Por Ávila, ocorreu com enfoque em melhorias para educação, sanidade e infraestrutura na província. Em Salamanca, o presidente em funções Alfonso Fernández Mañueco, do PP, votou na cidade e permanece como figura central para mobilizar o eleitorado local. A imprensa destaca que as sondagens dão vantagem ao PP, sem maioria absoluta, com expectativa de crescimento para Vox; o bloco de esquerda aparece menos consolidado.
A ministra Ana Redondo, do PSOE, incentivou a participação ao enfatizar que os próximos quatro anos seriam decisivos para Castilla y León e o país, destacando a importância do voto para a governabilidade democrática. Ao longo da manhã, representantes dos partidos reforçaram a necessidade de participação cívica e de voto consciente, sem comentário adicional sobre cenários de coalizão.
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