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Partidos rivais da Hungria promovem demonstração de força antes das eleições

Partidos de Orban e da oposição realizam grandes marchas em Budapeste no Dia Nacional, ampliando a corrida eleitoral de abril e o acirramento entre propostas a respeito da UE e Ucrânia

Hungary's National Day celebrations in Budapest
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  • Partidos de Orban (Fidesz) e do opositor Peter Magyar (Tisza) organizaram grandes manifestações em Budapeste para mostrar força no Dia Nacional de 15 de março, antes das eleições de 12 de abril.
  • Orban, no poder desde 2010, enfrenta possivelmente a campanha mais difícil, em meio ao aumento do custo de vida e a ascensão de uma rival pró-EU vista como alternativa viável.
  • O governante costuma apresentara eleição como uma escolha entre guerra e paz, acusando rivais de querer arrastar a Hungria para o conflito na Ucrânia; a oposição nega.
  • Mesmo com as mensagens de Orban, as pesquisas indicam que Magyar e o Tisza estão à frente em parte dos levantamentos.
  • Magyar diz que o Tisza é contra a adesão rápida da Ucrânia à UE e defenderia um referendo vinculante se vencer o poder; as posições sobre Ucrânia são centrais no debate.

BUDAPEST – Em meio a uma campanha tensa, os partidos de governo e opposition realizaram grandes manifestações neste domingo, antes das eleições de 12 de abril. O premiê Viktor Orban, do Fidesz, disputa a reeleição diante do oposicionista Peter Magyar, do Tisza.

O ato ocorreu na capital húngara, com as duas siglas convocando marchas de apoio para marcar o dia nacional de 15 de março. Pesquisas indicam o Tisza na frente, em meio a promessas de políticas distintas para o país.

Orban descreve a eleição como escolha entre conflito e tranquilidade, acusando adversários de tramarem a participação da Hungria na guerra na região. A oposição nega as acusações de envolvimento em conflitos.

Maria Erdelyi, participante da mobilização, afirmou ser necessário evitar o envio de jovens ao front e enfatizou que a pauta é econômica. Manifestantes ressaltam a preocupação com o custo de vida.

Orban tem enfrentado atritos com a União Europeia, especialmente sobre a posição em relação à Ucrânia. O premiê afirma manter relações próximas com Moscou e sustenta que a Ucrânia não deve ingressar na UE.

Jozsef Lados, que elogiou Orban, disse acreditar que o país deve manter a liderança atual, definindo Magyar como pouco confiável. A declaração reflete o tom de apoio entre parte da base governista.

Magyar, por sua vez, qualificou a estratégia de Orban como propaganda, enquanto o Tisza sinalizou cautela sobre a Ucrânia e afirmou que um referendo vinculante seria utilizado se chegar ao poder.

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