- Antonio Maíllo, coordinador da Izquierda Unida, propôs abrir o quanto antes o debate para escolher o novo referente político e eleitoral da esquerda alternativa, em substituição a Yolanda Díaz, antes de maio.
- Ele afirmou que não é por acreditar que Pedro Sánchez vá antecipar as eleições, mas porque, na política, não devem haver espaços vazios; reconheceu ter um candidato, sem revelá-lo.
- A sugestão vem após a derrota nas eleições de Castela e Leão, quando IU-Sumar atingiu 2,2% dos votos e não conseguiu representar-se na Cortes; o Podemos teve 0,74%.
- Paralelamente, o Movimento Sumar abriu o debate sobre a reeleição de seus líderes; uma reunião do grupo coordenador está marcada para este sábado para discutir um processo político de relançamento; Díaz decidiu se retirar da disputa.
- A porta-voz parlamentar do grupo, Verónica Barbero, disse apoiar que a Assembleia seja a fórmula para o debate, alegando mudanças recentes e a necessidade de ouvir a militância.
Maíllo propôs acelerar a escolha do novo líder da esquerda alternativa ligada a Sumar, antes de maio. O encontro ocorreu em Sevilla, durante conversa com jornalistas. A ideia é evitar espaços vazios na política e manter uma referência clara para a esquerda.
O dirigente de Izquierda Unida confirmou ter um candidato, mas não revelou quem é. A defesa da urgência não depende de uma previsão sobre eleições, segundo ele, e foca em manter a coesão da aliança.
A proposta surge após o resultado desfavorável nas urnas da Castilla y León, com 2,2% dos votos e sem cadeira no parlamento. Também houve queda de apoio do Podemos, que alcançou 0,74%.
Paralelamente, Movimento Sumar abriu o debate sobre a reeleição de seus líderes. A reunião do grupo coordenador está marcada para este sábado, com o objetivo de discutir a realização de um processo político para relançar o partido.
Verónica Barbero, porta-voz do grupo parlamentar, apoiou a ideia de usar a Assembleia como formato para o debate. Ela justificou pela necessidade de contemplar mudanças recentes e ouvir a militância.
A reformulação ocorre em meio à aliança já fechada para as eleições gerais entre os partidos de Sumar no governo, e à decisão da vice-presidente Yolanda Díaz de se afastar da corrida eleitoral. O tema envolve futuro da condução do movimento.
A discussão sobre liderança continua aberta, com o foco em definir um referencial político e eleitoral para a esquerda alternativa, com base em decisões internas do movimento e na resposta aos resultados eleitorais recentes.
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