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CPI crime organizado quebra sigilo de fundo que comprou resort ligado a Toffoli

CPI quebra sigilo do fundo Arleen, usado para comprar o resort Tayayá ligado a Toffoli, para esclarecer participação da família

Toffoli (Foto: Luiz Silveira/STF)
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  • A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal do fundo Arleen, usado para comprar a fatia do resort Tayayá que pertencia à família do ministro Dias Toffoli.
  • O Arleen tinha investimentos de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • No mês passado, Toffoli afirmou ser sócio, junto com seus irmãos, da Maridt, empresa que tinha participação no resort.
  • As cotas da Maridt teriam sido vendidas em dois momentos: em 2021 para o fundo Arleen e em 2025 para a empresa PHD Holding.
  • A operação envolve a aquisição da participação da família de Toffoli e a cadeia de transfers de participação entre Maridt, Arleen e PHD Holding.

A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (18) a quebra de sigilo bancário e fiscal do fundo Arleen. O objetivo é esclarecer a origem de recursos usados para comprar a fatia do resort Tayayá que pertencia à família do ministro do STF Dias Toffoli.

Segundo apuração, o Arleen tinha investimentos de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Toffoli admitiu ser sócio, junto com seus irmãos, da empresa Maridt, que detinha participação no resort.

As cotas da Maridt teriam sido vendidas ao fundo Arleen em 2021 e, posteriormente, em 2025, para a empresa PHD Holding. A comissão busca entender a cadeia de aquisição ligada ao empreendimento.

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