- A CPI do Crime Organizado no Senado rejeitou o pedido de quebra de sigilos bancário e fiscal de Paulo Guedes.
- A decisão foi tomada por seis votos a dois, contra o requerimento.
- O senador Marcos Rogério alegou que a medida estaria fora do escopo da CPI.
- O requerimento previa acesso a dados de 2022 a 2026, com base em informações do Coaf.
- Na mesma sessão, os senadores aprovaram convocar a influenciadora Martha Graeff e derrubaram o pedido para ouvir Valdemar Costa Neto.
A CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou o pedido de quebra de sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Economia Paulo Guedes. A decisão foi tomada nesta terça-feira, em Brasília, por maioria de votos. O requerimento visava acessar dados de 2022 a 2026 com base em informações do Coaf.
O pedido foi rejeitado por 6 votos contra 2. A divergência entre os parlamentares ficou em torno da legalidade e do escopo da investigação, com parte dos senadores alegando que a medida não cabia à CPI.
Durante a discussão, o senador Marcos Rogério (PL-RO) afirmou que o requerimento está fora do escopo da CP I, contribuindo para a derrota da proposta. A movimentação ocorreu no mesmo dia em que a comissão aprovou outras convocações.
Antes da votação sobre Guedes, a CP I aprovou a convocação da influenciadora Martha Graeff e rejeitou ouvir Valdemar Costa Neto. A sessão também tratou de outras medidas relacionadas ao crime organizado e ao uso de dados financeiros.
Contexto na CPI
Avanços e entraves no colegiado indicam que as próximas etapas devem seguir com foco em informações do Coaf. A comissão continua investigando possíveis ligações entre atividades financeiras e organizações criminosas.
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