- O senador Flávio Bolsonaro se reuniu nessa terça-feira com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, para tratar de uma possível prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
- A defesa protocolou no STF o sexto pedido de domicílio, argumentando que a permanência dele na prisão aumenta risco para a saúde e pode impedir vigilância médica contínua.
- Moraes disse que iria analisar o caso, mas não estabeleceu prazo para a decisão.
- Bolsonaro esteve internado no Hospital DF Star na manhã de sexta-feira e deixou a UTI na segunda-feira; ele está preso no 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”, desde 22 de novembro de 2025.
- Em 11 de setembro de 2025, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado, por planejar golpe de Estado, integrar organização criminosa armada e tentar abolir o Estado Democrático de Direito.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) reuniu-se nesta terça-feira (17) com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, para tratar de uma possível prisão domiciliar para Jair Bolsonaro (PL). A reunião ocorreu na condição de advogado, acompanhado do colega Paulo Bueno, para despachar o pedido de domiciliar o ex-presidente.
Moraes informou que iria analisar o caso, mas não estabeleceu prazo para a decisão. O diálogo ocorreu após a apresentação de novos recursos pela defesa.
Bolsonaro deu entrada no Hospital DF Star na manhã de sexta-feira (13) e deixou a UTI na segunda-feira (16). Ele permanece detido no 19º BPM do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, desde 22 de novembro de 2025.
Na terça, a defesa protocolou o sexto pedido de prisão domiciliar junto ao STF. Os advogados argumentam que a permanência na prisão amplia o risco à saúde dele, dada a necessidade de vigilância médica constante e resposta rápida a intercorrências.
O texto afirma ainda que o ambiente prisional não atende plenamente às observações médicas contínuas, embora o Papudinha mantenha atendimento de saúde 24 horas por dia.
Condenação anterior
Em 11 de setembro de 2025, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado. A pena envolve acusações de planejar golpe de Estado após as eleições de 2022, integrar organização criminosa armada e tentar abolir o Estado Democrático de Direito.
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