- O ministro André Mendonça é o mais bem avaliado do STF, com 43% de imagem positiva e 34% negativa.
- Sete dos dez atuais ministros têm mais rejeição do que aprovação; Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino aparecem entre os pior avaliados, com negativas de 81%, 67%, 59% e 58%, respectivamente.
- O estudo ouviu 2.090 pessoas entre 16 e 19 de março de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
- Na confiança na corte, 60% não confiam no STF, enquanto 34% confiam; há queda em relação a oito meses atrás.
- As principais críticas são sobre imparcialidade entre rivais políticos (58% a veem como péssimo), combate à corrupção (54% péssimo) e defesa da democracia (52% péssimo); 59,5% dizem que a maioria dos ministros não demonstra competência e imparcialidade.
O levantamento da AtlasIntel, divulgado nesta sexta-feira (20.mar.2026), aponta que o ministro André Mendonça, do STF, é o mais bem avaliado da Corte, com 43% de percepção positiva entre os pesquisados. Em contrapartida, Toffoli, Gilmar Mendes, Moraes e Flávio Dino aparecem entre os mais rejeitados.
A sondagem ouviu 2.090 brasileiros entre 16 e 19 de março de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os dados indicam que 7 dos 10 ministros têm avaliação líquida de rejeição superior à de aprovação.
Desempenho percebido dos ministros
Entre as críticas, 58% classificam a atuação na imparcialidade entre rivais políticos como *péssima*, contra 15% que veem como *ótima*. A avaliação da combate à corrupção é negativa para 54% e positiva para 14%. A defesa da democracia é considerada *péssima* por 52%, com 34% aprovando.
Confiança na Corte
A pesquisa também mostra queda na confiança no STF. A parcela que diz não confiar no trabalho dos ministros subiu de 51,3% para 60% desde agosto de 2025. Atualmente, 34% afirmam confiar no desempenho da Corte, frente a 48,5% há oito meses.
Percepção de competência
Sobre a capacidade de julgamento, 59,5% responderam que a maioria dos ministros não demonstra competência e imparcialidade, enquanto 34,9% afirmaram o contrário. O estudo ressalta que os números refletem uma visão geral menos favorável à atuação institucional.
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