- Natalia Szermeta Boulos, advogada e esposa do ministro Guilherme Boulos, é pré-candidata à Câmara pelo PSOL e atribui o aumento dos feminicídios ao governo de Jair Bolsonaro.
- A declaração ocorreu no painel “Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio”, da 17ª Caravana Federativa, em São Paulo, na sexta-feira, 20 de junho.
- Ela afirmou que houve enfraquecimento de políticas públicas de proteção às mulheres e disse que a Lei Maria da Penha foi desmontada nos últimos anos.
- Natalia já sinalizou que sua campanha pode carregar diretrizes políticas e contou com apoio de movimentos como o MTST para a candidatura.
- A pré-candidata também criticou governos de direita, dizendo que não se pode aplaudir ódio contra mulheres e ressaltando a necessidade de ampliar a representação.
A advogada Natalia Szermeta Boulos, pré-candidata do PSOL, condicionou o aumento dos feminicídios a gestões de direita. Em São Paulo, ela afirmou que a mudança de governo não foi neutra para as mulheres. A fala ocorreu durante a Caravana Federativa.
Durante o painel Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, Natalia apontou o discurso de desvalorização das mulheres como responsável pela piora na proteção feminina. Ela citou impactos sobre políticas públicas e leis, como a Lei Maria da Penha.
A próxima etapa da agenda eleitoral envolve Natalia, que pretende disputar a Câmara dos Deputados. A candidata busca ampliar o controle sobre pautas de gênero, associando-as a críticas ao governo anterior e à atuação de setores conservadores.
Participação de autoridades e desdobramentos
Participaram do evento ministras e lideranças políticas, como Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas, e Marina Silva, do Meio Ambiente, além de movimentos sociais. A composição reforçou o tom de campanha da pré-candidata.
O painel ocorreu na 17ª Caravana Federativa, realizada em São Paulo, com agenda voltada a políticas de proteção às mulheres. O encontro discutiu estratégias de enfrentamento ao feminicídio e à violência de gênero.
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