- O julgamento dos réus pela morte do menino Henry Borel foi adiado para maio, após manobra da defesa de Jairinho.
- Os advogados do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, deixaram o tribunal após o pedido de adiamento ser negado pela juíza.
- A decisão de adiar ocorreu quando a defesa solicitou o adiamento do processo e teve o pedido recusado.
- A Procuradoria-Geral da República manifestou-se a favor da prisão domiciliar para o presidente Jair Bolsonaro por motivos de saúde.
O julgamento dos réus acusados de matar o menino Henry Borel foi adiado para maio após uma manobra da defesa de Jairinho. Os advogados deixaram o plenário depois de a juíza negar o pedido de adiamento. O caso tramita na Justiça do Rio de Janeiro.
O adiamento ocorreu nesta segunda-feira, em meio a trâmites processuais envolvendo a defesa e a acusação. Pelo lado da defesa, houve a alegação de novas provas, que não foram consideradas suficientes pela magistrada para prorrogar o prazo.
A reportagem destaca que o tema envolve investigação sobre a morte de Henry Borel, em 2020, e tem grandes repercussões no cenário jurídico local. As partes aguardam nova data para continuidade do julgamento.
PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar para Bolsonaro por motivos de saúde
A Procuradoria-Geral da República apresentou parecer favorável à prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, com base em questões de saúde. O parecer foi encaminhado aos tribunais competentes para avaliação.
Segundo a PGR, a substituição da prisão por regime domiciliar preserva a integridade física do ex-presidente. A defesa de Bolsonaro ainda não se pronunciou publicamente sobre o conteúdo do parecer.
O tema é tratado no âmbito de decisões judiciais envolvendo a saúde do investigado e seus direitos processuais. Não há confirmação de pedido definitivo ou de data para decisão final.
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