- Derrite, deputado federal pelo Progressistas de São Paulo, afirma que não concorrerá sem aval da família Bolsonaro e que o apoio deles é essencial para a pré-candidatura ao Senado.
- Segundo o parlamentar, Flávio Bolsonaro garantiu que Derrite seria o primeiro nome da chapa, enquanto Eduardo Bolsonaro ainda não tem definição; a vaga, na visão dele, era originalmente de Eduardo.
- O cenário segue indefinido, com outros nomes do partido cogitados para a vaga, como Mário Frias, Marco Feliciano, Rosana Valle, Gil Diniz e André do Prado, e a necessidade de alinhamento com a família Bolsonaro.
- Derrite mencionou o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltando interesse na prisão domiciliar.
- Sobre a delação premiada de Daniel Vorcaro no caso Banco Master, o deputado afirmou ser favorável à apuração para esclarecer os fatos à população.
Acordo sobre a chapa para o Senado de São Paulo foi apresentado pelo deputado federal Guilherme Derrite, do PP, em entrevista à RECORD NEWS nesta segunda-feira. Ele afirmou que não haveria decisão individual, e sim um alinhamento político da direita paulistana, sem aval formal da família Bolsonaro.
Derrite disse que a ideia inicial era ter Eduardo Bolsonaro como o primeiro nome e ele como segundo, buscando ocupação das duas vagas do Senado pela direita no estado. Segundo o parlamentar, Flávio Bolsonaro informou que o ex-secretário seria o primeiro nome; o segundo permanece em definição.
O cenário, ainda indefinido, envolve outras cogitações no partido, como Mário Frias, Marco Feliciano, Rosana Valle, Gil Diniz e André do Prado. O deputado destacou a necessidade de manter alinhamento com a família Bolsonaro e ouvir Eduardo no processo.
Derrite comentou também sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, defendendo a importância de informações precisas para a população. No caso do Banco Master, o parlamentar disse apoiar que a justiça seja informada para apurar eventuais crimes, sejam eles financeiros ou não.
Sobre a delação premiada de Daniel Vorcaro relacionada ao Banco Master, o deputado afirmou ser favorável à transparência, para que a população possa compreender os fatos, especialmente em ano eleitoral relevante para o país.
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