- Rui Costa confirma saída da Casa Civil no dia 30 de março para disputar as eleições de 2026.
- Ele informou que até 18 integrantes do governo devem deixar os cargos para concorrer nas próximas eleições.
- Costa pretende disputar uma das duas vagas ao Senado pela Bahia.
- Sobre o PT, o ministro disse não haver desgaste e afirmou que a oposição perdeu força no interior; criticou a gestão da prefeitura de Salvador nos últimos 16 anos, citando creches e educação infantil.
- A campanha deve se basear na comparação entre ações do governo atual (habitação, crédito e prevenção de desastres) e resultados da gestão anterior.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou nesta segunda-feira a sua saída do governo para disputar as eleições de 2026. Em entrevista ao JR ENTREVISTA, ele disse que deixará o cargo no dia 30 de março e reunirá o presidente Lula para apresentar um balanço da gestão e formalizar a transição. A data marca o início oficial do processo de substituição.
Costa informou ainda que não ficará sozinho na decisão de buscar um cargo eletivo. Até 18 integrantes do governo devem deixar seus postos para concorrer nas próximas eleições, segundo o ministro. A partir de então, ele pretende concorrer a uma das duas vagas ao Senado pela Bahia.
Durante a conversa, o ministro abordou ataques à gestão local e avaliou o cenário político da Bahia. Ele negou desgaste do PT no estado e afirmou que a oposição perdeu força no interior. Também citou críticas à gestão da Prefeitura de Salvador nos últimos 16 anos, especialmente nas áreas de creches e educação infantil.
Detalhes da saída e da candidatura
Costa destacou que a campanha presidencial e a disputa ao Senado devem se basear em comparação entre ações do governo atual — como investimentos em habitação, crédito e prevenção de desastres — e resultados da gestão anterior. O ministro ressaltou que a avaliação de sua gestão levará em conta esses indicadores.
O anuncio ocorre em meio a debates sobre o funcionamento do governo federal e o impacto das mudanças de governo em estados. A confirmação de que Rui Costa deixará o cargo em março abre espaço para definição da transição institucional e para o redesenho de prioridades do Palácio do Planalto.
Além da pauta estadual, a entrevista abordou a crise envolvendo o Banco Master, o preço dos combustíveis e a relação com caminhoneiros, temas que compõem o repertório de temas que costumam acompanhar a gestão de Rui Costa.
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