- O deputado Domingos Sávio, do PL de Minas Gerais, defendeu medidas protecionistas na economia brasileira em evento do Instituto Esfera, com empresários presentes.
- A fala ocorreu no contexto do acordo Mercosul–União Europeia, que enfrenta entraves na Europa e é alvo de críticas sobre medidas que limitam o agronegócio brasileiro.
- Sávio afirmou que é preciso ter protecionismo, citando a defesa de interesses norte‑americanos por parte de Donald Trump, mas disse não concordar que isso deva ser adotado no Brasil.
- O parlamentar reiterou que é defensor permanente do livre mercado, qualificando-o como interesse prioritário e dizendo que a liberdade econômica não pode ser perdida.
- Ao mesmo tempo, reconheceu que políticas protecionistas podem ter impactos negativos e que é necessário cuidado diante da concorrência predatória, defendendo caminhos que contemplem proteção em contextos específicos.
O deputado federal Domingos Sávio (PL-MG) defendeu a adoção de medidas protecionistas na economia brasileira durante um evento do Instituto Esfera, ligado ao setor produtivo. A reunião contou com empresários e representantes do setor público. O debatedor apontou entraves no acordo Mercosul-UE.
Sávio criticou políticas europeias que, na visão dele, limitam a expansão do agronegócio brasileiro e citou o uso de defesas de interesses nacionais como referência. O objetivo, segundo ele, é defender a indústria brasileira sem abandonar o livre mercado.
O parlamentar afirmou ser favorável ao livre mercado, que classificou como inegociável, destacando a necessidade de continuidade de reformas e de comerciabilidade econômica. Reiterou, contudo, que o país deve defender sua produção tecnológica e agrícola.
Apesar de sustentar a abertura econômica, o deputado ressaltou que proteções podem ser justificadas em cenários específicos. O destaque ficou para evitar concorrência predatória, que, na avaliação dele, prejudica o desenvolvimento e a competitividade.
Em síntese, Domingos Sávio apresentou um equilíbrio entre liberalismo econômico e salvaguardas necessárias, em meio a tensões envolvendo o acordo Mercosul-UE e a competitividade do agronegócio brasileiro. O evento ocorreu em Brasília, sem data exata no material.
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