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MPRJ denuncia três pessoas em esquema do ‘Faraó dos Bitcoins’

MPRJ denuncia três suspeitos no caso do 'Faraó dos Bitcoins', incluindo policial civil e Guarda Municipal; Glaidson já foi condenado a dezenove anos de prisão

Minuto JR: MPRJ denuncia três pessoas por envolvimento em esquema do 'Faraó dos Bitcoins'
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  • O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou três pessoas por participação no esquema do “Faraó dos Bitcoins”, comandado por Glaidson Acácio dos Santos.
  • Entre os denunciados estão um policial civil e um Guarda Municipal, que respondem por violação de sigilo funcional e foram afastados das funções.
  • Glaidson Acácio dos Santos foi condenado, em 2025, a dezenove anos de prisão por crimes como organização criminosa e corrupção ativa.
  • A Polícia Federal do Distrito Federal realizou uma operação contra um esquema de falsificação e venda de diplomas acadêmicos.
  • O Minuto JR traz as principais informações sobre os desdobramentos dessas investigações.

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou três pessoas ligadas ao esquema liderado por Glaidson Acácio dos Santos, o “Faraó dos Bitcoins”. Os denunciados incluem um policial civil e uma Guarda Municipal. Todos respondem por violação de sigilo funcional e foram afastados das funções.

A denúncia aponta participação de outras pessoas no grupo envolvido em operações financeiras ilícitas associadas ao suposto esquema de Glaidson. A Polícia Federal já havia indicado atuação de integrantes na organização criminosa e em crimes correlatos.

Glaidson Acácio dos Santos foi condenado, em 2025, a 19 anos de prisão por crimes como organização criminosa e corrupção ativa. A decisão localiza o núcleo do esquema, que teve desdobramentos judiciais e investigações contínuas.

Operação da PF contra diplomas falsos

A Polícia Federal do Distrito Federal realizou, recentemente, operação para coibir falsificação e venda de diplomas acadêmicos. A ação apura golpes que envolvem emissão de certificados sem comprovação de estudo.

Segundo autoridades, o objetivo é interromper redes que vendem diplomas falsos para facilitar inserção no mercado de trabalho. Não foram divulgados detalhes sobre prisões ou quais instituições estariam envolvidas.

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