- O PSD afirma que não discute alianças para a eleição de 2026 neste momento, priorizando a definição de um candidato próprio.
- O partido pretende escolher o candidato antes de avaliar composições de chapa ou alianças, e depois definir o perfil do vice.
- O presidente do PSD critica o modelo de coligações no Brasil, classificando as alianças entre partidos diferentes como “jabuticaba” da política brasileira.
- A filiação de Silvia Abravanel ao PSD foi citada como reforço para a legenda, destacando sua relevância social.
- A definição do candidato do PSD para 2026 deve ocorrer ainda neste mês, possivelmente até o final do mês, com avaliação de nomes como Ronaldo Caiado e Eduardo Leite após a desistência de Ratinho Júnior.
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido não discute alianças para as eleições de 2026 neste momento. A declaração foi feita durante um evento de filiação da apresentadora Silvia Abravanel ao PSD, na sede do partido, em São Paulo, na tarde de terça-feira, 24 de março de 2026.
Kassab destacou que o foco atual é definir o candidato do PSD à Presidência. O dirigente informou que, antes de qualquer negociação sobre chapas, o partido pretende escolher seu representante ao Planalto e, depois, avaliar o cenário político para definir o vice.
O líder partidário criticou o modelo de coligações no Brasil, afirmando que alianças entre siglas distintas não deveriam ocorrer juridicamente. Segundo ele, as alianças são uma prática incompatível com o arcabouço político nacional.
Para Kassab, o fortalecimento interno do PSD é prioridade. Ele citou a filiação de Silvia Abravanel como exemplo do reforço que o partido busca, destacando a relevância da atuação social da família Abravanel.
A definição do candidato presidencial deve ocorrer ainda neste mês, antes do prazo de desincompatibilização para governadores que pretendem concorrer. Kassab indicou que a escolha deve sair possivelmente até o final de março.
Sobre nomes em pauta, o PSD não descartou candidaturas de governadores como Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, após a desistência de Ratinho Júnior da disputa presidencial. A decisão sobre o favorito será tomada após a definição interna.
O partido pretende, portanto, consolidar a estratégia antes de qualquer diálogo com outras legendas. Kassab reiterou que, neste momento, não há tratativas formais com siglas adversárias ou aliadas para compor alianças.
A agenda de filiação de Silvia Abravanel ao PSD marcou a atuação da sigla na capital paulista, com a presença de dirigentes e assessores que ressaltaram a intenção de ampliar o quadro político em todo o país.
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