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PT pede afastamento de Viana da presidência da CPI do INSS

PT pede afastamento de Carlos Viana da presidência da CPMI do INSS por conflito de interesse ligado a repasses de R$ 3,6 milhões à Fundação Oasis, ligada à Lagoinha

Na imagem, o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS
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  • PT protocolou pedido de afastamento de Carlos Viana da presidência da CPMI do INSS, alegando conflito de interesse.
  • A medida acompanha a ligação do senador ao entorno de Daniel Vorcaro, investigado no caso do Banco Master.
  • STF, por Flávio Dino, deu prazo de cinco dias para Viana e o Senado explicarem repasses de R$ 3,6 milhões à Fundação Oasis, ligada à Igreja Lagoinha.
  • Segundo a peça, os recursos foram distribuídos em três momentos: 2019, R$ 1,5 milhão para a Prefeitura de Belo Horizonte; 2023, R$ 1,47 milhão para Capim Branco; 2025, R$ 650,9 mil para a mesma localidade.
  • O pedido é assinado pelos deputados Pedro Uczai, Rogério Correia, Alencar Santana e Lindbergh Farias.

O PT protocolou nesta terça-feira, 24 de março de 2026, pedido de afastamento de Carlos Viana da presidência da CPMI do INSS. A peça acusa conflito de interesse e pede a suspeição do senador do Podemos/MG diante da condução dos trabalhos.

A bancada afirma que Viana ficou em posição inadequada após sua ligação com o entorno do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, em investigações sobre o Banco Master. O pedido foi endereçado à presidência do Congresso Nacional.

Ações em curso

A Câmara também cita decisão do STF que deu prazo de 5 dias para Viana explicar repasses a instituição ligada à Igreja Lagoinha. A instrução envolve a Fundação Oasis, ligada à entidade, e repasses de 3,6 milhões em emendas.

Segundo o requerimento, os pagamentos ocorreram em três momentos: 2019, 1,5 milhão a BH; 2023, 1,47 milhão a Capim Branco; e 2025, 650,9 mil à mesma localidade. A bancada afirma haver possível desvio de finalidade.

A fundamentação aponta ligações entre a Fundação Oasis, Vorcaro e o Banco Master. Também é citada envolvimento de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que era pastor no local e participou da operação Compliance Zero.

Assinam o pedido os deputados Pedro Uczai, Rogério Correia, Alencar Santana e Lindbergh Farias, segundo a bancada do PT. A expectativa é que o Senado e a CPMI adotem decisões com base nas informações apresentadas.

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